02/02/2016

O Vitinho faz hoje 30 aninhos
















O Vitinho faz hoje 30 anos. Ficou conhecido por durante 10 anos, na RTP, ao final da tarde, dar o sinal de dormida para os mais pequenos numa ternurenta animação.
O Vitinho cresceu foi estudar, tirou o curso de psicologia infantil e está ainda desempregado a viver à custa dos pais. Pelo meio vai fazendo uns contratozitos de alguns meses em superfícies comerciais, a repor chouriços e toucinho nas prateleiras da charcutaria. Namora, mas não pensa em casar pois a namorada, engenheira química, também está desempregada e também a viver à custa dos pais. Afinal esta é uma opção mais em conta para cada vez mais jovens mesmo já a passar dos trintas. À custa disso, os pais perdem cada vez mais a esperança de terem um reforma um pouco desafogada pois continuam a ter que dar conta do recado da vida dos filhinhos e quantas vezes já dos netos.
Será esta a geração do Vitinho, ou nem por isso?

Notícia sobre a efeméride: link

31/01/2016

Cadernos de desenho

 

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Antigos cadernos de exercícios de desenho, da Fernandes & Companhia, da Rua do Rato. Não encontrei referência à data de edição mas, pelo estilo e grafismo, tudo indica que serão das primeiras décadas do séx. XX.


Sobre a Fernandes:

A génese da Papelaria Fernandes remonta a 1891, ano em que Joaquim Lourenço e o seu sobrinho Artur Lourenço fazem uma sociedade tomando de trespasse uma loja na então Rua do Rato, onde hoje encontramos o Largo do Rato, em Lisboa.

O nome 'Fernandes' foi herdado do anterior proprietário da loja, mas o facto de os clientes assim tratarem Artur Lourenço, levou os dois sócios a adoptar oficialmente a designação de "Fernandes & Companhia, Lda" em 1919.

A designação manteve-se até 1957, data em que a empresa foi transformada em sociedade anónima e se passou a chamar "Papelaria Fernandes, SARL" até 1986.

A actividade industrial do grupo data de 1917, com o arranque da tipografia e do fabrico de sobrescritos e, mais tarde, com encardernação, litografia, gravura e cartonagem. Já a expansão da rede de lojas acontece a partir de 1935, com a abertura de um primeiro espaço na rua do Ouro. Actualmente, conta com uma rede de 21 lojas no mercado nacional.

Em 1986, a empresa volta a mudar de designação, desta feita para "Papelaria Fernandes - Indústria e Comércio, SA", e a admissão à cotação na Bolsa de Valores de Lisboa dá-se um ano mais tarde. Atingiu o seu máximo histórico em Agosto de 1993, ao cotar nos 6,4 euros (valor ajustado à transição para a moeda única).

Em 1988, dá-se a entrada da Inapa no capital, accionista que passa a controlar a gestão da empresa. Assegura a sua reorganização orgânica, criando várias empresas, entre as quais a Transfer (transportes), a Papelaria Fernandes - Lojas e a Fernandes Téc nica - Desenho e Reprodução.

A partir de 2000, a Inapa aliena a sua participação e é substituída pela Fundação Ernesto Lourenço Estrada e por Joe Berardo.

(fonte: Diário de Notícias)

09/01/2016

Revista Selecções Femininas - 1955


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Capa da revista “Selecções Femininas” de Dezembro de 1955.
Na altura tinha como directora Berta de Sá e Alves de Oliveira como director artístico, editor e proprietário – Distribuição da Agência Portuguesa de Revistas.
De forma mais exaustiva, toma-se a liberdade de reproduzir aqui um artigo de Daniel Costa, publicado aqui no Sol:

“”Destinadas especialmente ao público feminino, sempre houve publicações, actualmente não tão vocacionadas apenas nesse sentido, porque entretanto a mulher mais se vem emancipando. Convém recordar que ao tempo as escolas existiam com separação de sexos, mais um dos absurdos próprios do Estado Novo.
Havia a revista Selecções Femininas dirigida por Berta de Sá, tendo como Director Artístico, Editor e Proprietário, Alves de Oliveira.
A revista era impressa pelo processo de tipográfico na Bertrand & Irmãos do Dafundo, sendo vendida ao preço de 10$00, funcionando mais a venda por assinaturas 100$00/ano, para o Continente, Ilhas e Ultramar e 120$00 para o estrangeiro, tinha o formato de 15,5 X 22 mm.
Sendo mensal, tenho presente o número de Julho de 1968. Em 1969 a impressão tipográfica, estava definitivamente a dar o lugar ao ofsset.
Consequentemente Alves de Oliveira, por já não ser novo, vendeu o título a Donas de Casa, que procedeu a uma reciclagem. Continuou com a mesma casa impressora, e passou editá-la por padrões mais modernos e atraentes.
O formato passou a ser menor – 15 X 18,5 mm – tipo de capa mais adequado aos novos tempos, visto que o Ofsset dava outras possibilidades, nesse aspecto.
A Direcção passou a ser da nova proprietária, a inefável Marisabel de Sousa. Como, ao tempo, não vinham indicados na ficha técnica os nomes dos redactores, apenas o do chefe de publicidade, J. A. Bezelga e o do pintor Armando Anjos, que tratava dos arranjos gráficos.
Porém, além destes, conhecia pessoalmente os redactores, como por exemplo, Maria João Rolo Duarte. O marido, Rolo Duarte, que aparecia muito na gráfica, seria consultor.
Escolhi o número 12 desta II série, para através desta fazer a viagem, diga-se de saudade, mais de recordação.
É isso. Recordação!...
Publicidade, o suporte financeiro, por excelência, dos periódicos. Temos verso da capa, contracapa e verso da contracapa a cores, depois mais oito anúncios de página e meia com um. Pouco, muito pouco para uma sustentabilidade eficaz.
Começo de novo, agora voltando ao principia para ver os temas: Começa com um artigo de dez páginas, com o título, “Para Salvar as Crianças de Todo o Mundo” – um tema eterno, as pobres crianças!....
Segue, anúncio, da casa, de duas páginas dedicadas a prestigiar a revista “Donas de Casa”. A seguir, “os TEEN-AGERS – vistos por um sociólogo”, mais dez páginas; “Seus Filhos Estarão em Perigo? Oito páginas; “Ricos e Super-Ricos”, assinado por Thomás G. Bwchanan, artigo de sete páginas. Segue-se anúncio de página, da casa com cupão de assinatura da revista.
A seguir vem “A Dignificação do Sexo”, pelo Dr. Ramiro da Fonseca, muito conhecido da Televisão, que também nos diz em “Educação Sexual”, como responder “A Perguntas Embaraçosas”.
Outro artigo tem a assinatura de Walter de la Maré, designa-se “Remédios”.
Depois destaco a “Galeria” com a entrevista ao amigo Martinez. De facto o desenhador gráfico da Agência de publicidade Lintas, era o Cartoonista “free lacer “ de “Donas de Casa”e passou a sê-lo também desta revista, onde ocupa dezasseis páginas com os seus cartoons, só em três está a entrevista escrita e a sua fotografia.
Martinez, que também conheci assim como o filho e a nora, com quem cheguei a trabalhar, era merecedor da homenagem. Era homem afável e sobretudo competente, até o seu humor era atempado e sério. O regime em que se vivia, não permitiria que tivesse outros horizontes.
Mais duas páginas da casa dedicadas ao programa C.C.D. (Clube das Donas de Casa, do R.C.P. conduzido pelo saudoso Henrique Mendes e Maria João Aguiar, fotografias e texto do lado direito, sendo o lado esquerdo reservado às de vários cantores, como Elis Regina, Madalena Iglésias, António Calvário, Amália Rodrigues, Tony de Matos e outros.
“EM LONDRES – TEATRO DE FANTOCHES”, artigo e várias diversidades fecham a revista, que se apresenta bastante e bem ilustrada a preto.
A distribuição esteve a cargo da Livraria Bertrand – Venda Nova /Amadora.
Recordei pedaços de vida já, que na altura, fazia parte dos quadros da empresa impressora. Dividia a sala com o colega que tratava do assunto, como de tudo o que vinha de editoras de revistas, enquanto eu de livrarias. Muitas vezes o substituía e ele vice-versa,
De modo, que tive contacto com a gente mencionada, com exclusão da uma pessoa, a que dirigiu a revista na primeira fase.

Daniel Costa “”

21/12/2015

Postal de Natal 21122015




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20/12/2015

Postal de Natal 19122015




















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17/12/2015

Cartão de Natal - Pai Natal





























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16/12/2015

Pai Natal - Boas Festas





















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