13/07/2017

É Verão para as meninas


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No Verão de 1964 as meninas podiam vestir da forma que a imagem nos mostra. Elegantes e fresquinhas, mas um pouco mais tapadas do que as meninas da actualidade. Tempos…

07/07/2017

Crónica Feminina - 439


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Crónica Feminina. Edição Nº 439 de 22 de Abril de 1965.

Na capa o então bébé Alfredo Manuel Antunes Marques (Valadas). Que será feito dele?

25/06/2017

Crónica Feminina - 437

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Crónica Feminina. Edição Nº 437 de 08 de Abril de 1965.

Na capa um rapazinho que na altura era nem mais nem menos que o filho do futebolista Raúl, então defesa central do S.L. Benfica, clube que representou de 1962 a 1969.

07/06/2017

Relógios Omega


Cartaz publicitário vintage aos relógios Omega.

A Omega é uma empresa suíça de relógios, fundada em 1848, por isso com mais de século e meio de existência. Prima pela elevada qualidade e por uma manufacturação de luxo. 
A empresa, na altura ainda sem o nome Omega, foi fundada por Louis Brands, então com 23 anos, na localidade de La-Chaux- de-Fonds. Na actualidade faz parte do Grupo Swatch e está sediada em Bienne. No entanto, apenas em 1894 é que a marca Omega foi associada a um dos inovadores relógios de pulso, desenvolvido por François Chevillat, e por sugestão de Henri Rieckel, um dos investidores da empresa. O sucesso do relógio foi enorme pelo que ao virar do século, em 1903, a marca Omega ficou associada a todos os modelos produzidos, passando a ostentar como logotipo a correspondente letra do alfabeto grego.

Uma das imagens de marca da empresa e que lhe deu notoriedade é o facto de um dos seus modelos de relógios, o Speedmaster ter sido o primeiro a ser utilizado na Lua , usado pelos astronautas da Apolo 11, em 1969 pois a marca e o modelo foram escolhidos pela NASA em 1965 como relógios oficiais das suas viagens espaciais.
A Omega é considerada a terceira marca de relógios mais valiosa do mundo, apenas atrás da Rolex e da Cartier.

Nos dias que correm, os relógios Omega são objectos de qualidade, associados a grandes eventos desportivos e sociais e a grandes figuras do desporto, música e espectáculo, por isso ao alcance de poucas carteiras. São assim objectos muito cobiçados e desejados, tanto os modelos modernos como os mais antigos, estes muito procurados por coleccionadores.

06/06/2017

Jogos Sem Fronteiras







A RTP Memória tem estado a passar o popular e histórico programa de entretenimento televisivo “Jogos Sem Fronteiras”.
Este emblemático programa, com conceito criado por Guy Lux, Pierre Brive, Claude Savarit e Jean-Louis Marest, foi contudo inicialmente pensado por Charles de Gaulle, esse mesmo o histórico presidente francês, como um elemento de amizade entre países europeus, numa época ainda com fortes feridas da II Guerra Mundial.
 
A primeira edição dos jogos  teve lugar no ano de 1965 participando apenas quatro países, concretamente, França, Bélgica, Alemanha e Itália.
Grosso modo, o conceito resumia-se a vários jogos com uma forte componente de força, resistência e destreza física por parte dos elementos das equipas, num cenário divertido e com elementos cómicos e caricaturais, muitas vezes realizados em ambientes aquáticos. A água e as consequentes quedas e banhadas eram um elemento quase omnipresente nas diversas edições.
 
Por sua vez, cada país participante, em cada diferente edição, era representado por uma cidade ou vila. Do mesmo modo, em cada época , cada edição era organizada e realizada em cada um dos diferentes países.
Os  jogos eram disputados na época do verão e transmitidos para muitos países da Europa via Eurovisão.
 
Os jogos tornaram-se muito populares em Portugal na primeira metade dos anos 70, deliciando as famílias aos sábados à noite, e por isso em 1979 também entrou nos jogos, com a participação de Braga. Por sua vez nesse ano, e como organizador, a primeira edição realizada no nosso país teve lugar na Praça de Touros de Cascais, com a equipa Estoril-Cascais que acabou por ficar em penúltimo do conjunto de oito países participantes. Na grande final desse ano, realizada em Bordéus - França, a equipa de Braga ficou num "honroso" último lugar da classificação ganha pela equipa francesa de Bar Le Duc.
Como curiosidade, a edição em Portugal em 5 de Setembro de 1979 foi transmitida a cores mas apenas para os países que já tinha essa tecnologia televisiva pois por cá o arco-íris televisivo só chegou em 1980 com a transmissão do Festival RTP da Canção.

Umas das imagens de marca da transmissão dos jogos, eram os habituais apresentadores portugueses Eládio Clímaco e Fialho Gouveia, bem como os árbitros dos primeiros jogos Gennaro Olivieri (1965–1982) e Guido Pancaldi (1966–1989).
 
Portugal participou em 15 edições das quais venceu 5 finais (1980, 1981, 1988, 1989, 1997), só ultrapassado pela Alemanha com 6 vitórias em 16 edições. o que faz do nosso país um dos principais vencedores e que demonstrou de facto de ter jeito para a coisa. Vilamoura foi a primeira equipa portuguesa a vencer, na final em 10 de Setembro de 1980 em jogos realizados na Bélgica (Namur - Esplanade de la Citadelle). A localidade algarvia de Vilamoura conquistou o direito a participar na final pois na época de 1980 foi a melhor classificada com o segundo lugar precisamente na edição organizada pelo nosso país nesse ano.
 
A vitória portuguesa na final do ano de 1981, realizada em 8 de Setembro, em Belgrado - Jugoslávia, foi conseguida por Lisboa, ex-aequo com a localidade de Dartmouth da Grã-Bretanha. Lisboa conquistou o direito a participar na final desse ano com a vitória caseira em Belém junto à Torre de Belém, em 24 de Junho de 1981. Em 1988 venceu a Madeira em edição realizada em Bellagio - Itália, em 15 de Setembro desse ano. Em 1989 venceu a representação dos Açores, com vitória na final realizada na Madeira, em 23 de Setembro de 1989. Finalmente, em 7 de Setembro de 1997 venceu a localidade da Amadora em final realizada em Lisboa, junto à Torre de Belém. Foi a última das 5 vitórias em finais por representações portuguesas, sendo que dois anos depois terminariam os Jogos Sem Fronteiras. Obviamente que para além das 5 grandes finais, muitas outras localidades portuguesas venceram durante as jornadas das diversas épocas. Como se depreende, as equipas de cada país que participavam na grande final eram aquelas que durante a época tinham obtido melhores classificações.

Certo é que tendo terminado os Jogos Sem Fronteiras em 1999, ainda houve intenções e projectos para os retomar em 2007 mas perante crises financeiras e outras, a ideia foi sendo adiada e e mesmo arrumada pelo que parece ter morrido. Faz agora parte da nossa memória televisiva colectiva e com toda a justiça como um dos grandes e históricos programes de entretenimento. É caso para se dizer, já não se fazem programas assim.

02/06/2017

Crónica Feminina - 612

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Capa da revista Crónica Feminina, edição Nº 612 de 15 de Agosto de 1968. Na capa, a pequenita Maria do Carmo Reis Santos. Que será feito dela, certamente agora na casa dos cinquenta?

Talvez queira rever: