07/09/2012

Tudor – Pilhas e baterias

 

pilhas baterias tudor

 

Hoje trazemos à memória um cartaz publicitário dos anos 60 referente à popular marca de pilhas e baterias eléctricas, a TUDOR.

Trata-se de uma marca que desde longa data  faz parte do nosso imaginário sempre que pensamos em aparelhos que necessitam dessa fonte de energia autónoma, como rádios, lanternas, brinquedos, etc. É certo que hoje está mais ou menos eclipsada por outras marcas globais como a Duracell, Energizer, Sony, Varta, etc, mas a TUDOR, até porque ainda continua a fabricar-se, nomeadamente baterias para o mercado automóvel, continuará a ter um lugar próprio em muitas das nossas recordações e memórias de tempos idos.

Recordo-me que quando ainda criança, por algum tempo a minha família viveu provisoriamente numa dependência da casa de meus avós paternos (que herdara e estava em obras) em que não existia luz eléctrica. A iluminação era ainda assegurada pela luz da fogueira na lareira e por velas de cera. Para distracção nocturna, como ainda não tínhamos televisão, um autêntico luxo nessa época, havia na casa um pequeno rádio transistor a pilhas e desde então a TUDOR era presença obrigatória não fosse calar-se a música e as notícias.

 

Alguns dados históricos da marca, recolhidos no próprio site:

A Sociedade Portuguesa do Acumulador Tudor, Lda (SPAT), foi fundada a 1 de Julho de 1920, e a partir da sua fundação importantes acontecimentos ocorreram, tais como:

1935 – Instalação no Dafundo da primeira unidade industrial de baterias.

1950 – Fundação da nova fábrica da Castanheira do Ribatejo devido à saturação da fábrica do Dafundo.

1979 – Inicio da produção de baterias em polipropileno numa nova unidade industrial em Castanheira do Ribatejo. Nesse mesmo ano foi criada a AZAI a fim de produzir componentes em plástico para baterias.

1984 – Foi fundada a SONALUR a fim de se iniciar o processo de reciclagem de baterias de chumbo. É a única empresa do ramo a operar em Portugal.

1992 – Neste ano inicia-se um vasto programa estrutural a fim de preparar a empresa para as transformações ocorridas no mundo das baterias industriais.

1994 – Integração no maior grupo mundial de baterias , a EXIDE CORPORATION.

1996 – Início da produção de baterias VR, AGM e GEL com electrólito imobilizado.

Desde 1994 que a empresa está certificada pelo Instituto Português da Qualidade, norma ISO 9002.

1999 – EXIDE decide reestruturar as suas actividades em Portugal.
Divisão em 2 actividades principais :    DETA e TUDOR.

2001 – Transferencia dos escritórios da TUDOR em Lisboa para a fábrica da Castanheira.

2002 – Fusão das empresas DETA e TUDOR na actual SOCIEDADE PORTUGUESA DO ACUMULADOR TUDOR Lda.

2008 - Alteração da denominação para:
EXIDE Technologies,Lda, alteração verificada tambem am quase todas as outras Empresas do Grupo.

04/09/2012

Edith Cruz – Patinadora e capa de revista

 

cronica feminina edith cruz

Hoje trazemos à memória a capa da revista Crónica Feminina, edição nº 88 de 31 de Julho de 1958. A capa é característica da revista em que a par de sorridentes crianças, exibia com frequência elegantes noivas. Na capa em questão, a contemplada é Edith Cruz, que foi uma reconhecida patinadora do S.L. Benfica.

Sobre esta sua faceta desportiva, colhemos o seguinte artigo no blog Ser Benfiquista:

 

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Em 1950, Edite Cruz foi eleita “Rainha do Patim”.
Aluna do professor belga Eulaers, fez parte dum grupo do patinadores que actuou na Europa, no Brasil e na Argentina dois anos depois.
Diplomada pelo Comité Internacional de Rink Hóquei, conquistou a “Plaquette” de prata e de bronze, medalhas de prata e a “Plaquette” de bronze internacional. É a patinadora benfiquista mais medalhada.

 

Desconhecemos o seu posterior percurso de desportista e de mulher, mas fica aqui a memória emblemática de uma época e de uma revista que dela foi um ícone.