31/07/2013

Pepsi e Coca Cola

 

Falar da Pepsi, é falar da Coca-Cola e vice-versa. É por demais conhecida e inevitável a rivalidade comercial e de afirmação destas duas populares marcas, ambas nascidas nos Estados Unidos  final do séc.  XIX, sendo que a Coca-Cola é um pouco mais antiga (1886 contra 1898), mas ambas referentes a um produto específico mas muito semelhante, uma bebida gaseificada com sabor a caramelo e cola. Creio mesmo que a grande diferença entre um e outro produto é mesmo a marca.


Ao longo do tempo ambas as empresas apostaram fortemente na publicidade como forma de afirmação, incluindo o apoio a grandes eventos desportivos, como os mundiais de futebol e jogos olímpicos. Porventura neste aspecto a Coca Cola sempre foi mais abrangente e incisiva, mas a Pepsi, pelo menos em determinados períodos, sempre procurou contrariar essa predominância.

Seja como for, a existência destas duas grandes marcas de um produto em tudo semelhante, é um daqueles casos de concorrência em que sobra sempre algo de positivo para o consumidor ou, pelo menos, para o mercado da publicidade  já que ambas estão entre as maiores empresas anunciantes e patrocinadoras à escala do planeta.

pepsi cola

pepsi cola pub sn

coca cola mexico 86 sn 

coca cola los angels

30/07/2013

Vinho do Porto … ao primeiro segue-se o segundo!

 

O Grémio de Exportadores de Vinho do Porto (G.E.V.P.) foi organizado em 1933 e tinha como principal objectivo a defesa e regulação dos aspectos comerciais do produto. Juntamente com a Federação Sindical dos Viticultores da Região do Douro - Casa do Douro, esta fundada em 1932 com o objectivo de desciplinar o sector produtivo, passa a ser coordenado pelo Instituto do Vinho do Porto, entidade criada nesse mesmo ano, com as prerrogativas do estudo e promoção da qualidade da vinha e do vinho, fiscalização e promoção do produto.


O G.E.V.P. foi substituído em 1975 pela Associação dos Exportadores do Vinho do Porto, que passou a designar-se, posteriormente, Associação das Empresas de Vinho do Porto.

O cartaz publicitário que abaixo publicamos, dos anos 60,  é um dos idealizados e publicados sob a égide do Grémio de Exportadores de Vinho do Porto (G.E.V.P.) em alguma imprensa da época (jornais e revistas), como promoção e incentivo ao consumo deste produto de renome internacional, o vinho do Porto.

vinho_porto_gevp_2

29/07/2013

David Niven

 

david_niven_sn1

Passam hoje 30 anos após o falecimento de David Niven (1 de Março de 1910 - 29 de Julho de 1983), um carismático actor britânico que ao longo da sua carreira participou numa vasta filmografia, desde o início dos anos 30 até quase ao final da sua vida.
Dos muitos filmes que marcaram a sua carreira, e no que se refere às minhas memórias, destaco-o sobretudo pela sua participação no "Around the World in Eighty Days", no português "A Volta ao Mundo em 80 Dias" (vencedor do Óscar de melhor filme, em 1957), baseado na obra clássica do escritor francês Jules Verne.


Nesse filme, do ano de 1956, David Niven desempenhava o papel de Phileas Fogg (...um inglês metódico e rico, que, durante um jogo de cartas com seus colegas do Reform Club de Londres, faz uma aposta sobre a possibilidade de se completar a volta ao mundo em apenas 80 dias. Para provar que isso era possível, parte ele mesmo, acompanhado apenas de Jean Passepartout, seu empregado recém-contratado, nessa surpreendente viagem. Os dois conhecerão vários lugares do mundo e viverão diversas aventuras. - fonte: wikipédia).


É claro que tenho memórias deste inconfundível inglês noutros filmes de referência, incluindo “Os Canhões de Navarone”, de 1961, “A Pantera Cor-de-Rosa”, de 1963, mas esta aventura à volta do mundo  é das que mais recordações me trazem, desde logo porque David Niven contra-cenou com outra carismática e popular figura da comédia, o mexicano Cantinflas, então no papel de Passepartout, fiel criado de Phileas Fogg.

26/07/2013

Água de Luso

 

A Água de Luso, no nosso mercado de águas de mesa será porventura das marcas mais conhecidas e conceituadas e dispensa por isso grandes apresentações. Tem já uma longa História, que pode ser lida aqui.


Como será de esperar, durante o seu percurso, a marca foi sempre alvo de campanhas de publicidade e renovação da sua imagem no que em muito ajudou a cimentar o seu reconhecimento e prestígio. É claro que o facto de estar associada a uma localidade também reconhecida pelas suas termas sempre teve o seu peso, comercial e turístico.

O Luso, as suas termas, bem como a zonas próximas da Curia e do Bussaco foram sempre pontos de referência para visitas estivais das gentes da região da Beira Litoral. No nosso caso, com um curto saltinho, estamos na Mealhada à mesa de um dos muitos e bons restaurantes a  “guerrear” um bom leitão e de seguida, ir beber uma aguínha à fonte do Luso ou refrescar nas sombras dos bosques do Bussaco.

agua de luso pub_sn

agua de luso pub_sn_2

agua de luso pub_sn_3

25/07/2013

E lá vão sete aninhos de memórias e nostalgias

 

image

Hoje, 25 de Julho, passam 7 anos sobre a data dos primeiros artigos publicados neste simples blog a que chamamos Santa Nostalgia.


Com maior ou menor regularidade, e com algumas experiências de poiso pelo meio, a verdade é que o tempo foi passando e já são cerca de 850 posts produzidos, que é como quem diz, quase outras tantas memórias e nostalgias trazidas à luz dos nossos dias.
Como diz o nosso lema, ...matar saudades e memórias ou até ressuscitá-las.
Como ainda há muito para trazer à memória e partilhar, vamos continuar por cá.


Obrigado aos nossos seguidores e a todos aqueles que ao longo dos anos por aqui foram passando e comentando, mesmo que esporadicamente.

24/07/2013

Gelados “Olá” – …e a vida sorri!

 

Acredito que a “Olá”, marca de gelados, será seguramente uma das mais conhecidas (e saborosas) em Portugal e por conseguinte corresponde a um produto que nas variadas formas e sabores tem uma popular correspondência nas vendas. Em face disso, segundo dados reclamados pela empresa, esta detém pelo menos dois terços do mercado de  gelados em Portugal. A restante cota pertencerá sobretudo à Nestlé, que iniciou a sua venda em Portugal em 1988 através da sua marca Camy (agora Gelados Nestlé), à espanhola Menorquina, mas também à Globo, uma marca exclusivamente portuguesa e que remonta a 1936 (leia a História da Globo). Pena que a Globo, que tem excelentes gelados, tenha, pelo menos em determinada altura, seguido por uma estratégia de “quase imitação” dos gelados da “Olá”, tanto na forma como  nome (alguns com fonéticas semelhantes), em vez de se afirmar pela personalidade e inovação próprias. Felizmente parece que tem invertido, de forma positiva, esta situação.

A Fábrica de Gelados Olá nasce em 1959 a partir da compra da fábrica Esquimó de Ferreira & Trancosom pela joint-venture da Jerónimo Martins com a Unilever. A predominância do mercado foi conseguida a partir de 1970 altura em que foi adquirida a principal concorrente e uma das mais populares marcas de gelado do nosso país desses tempos, a Rajá. Ficou assim, estabelecida pela via do desaparecimento da concorrência, a liderança no mercado por parte da “Olá”.

Convém referir que em POrtugal  apenas em 1958 foi produzida legislação que passava a regulamentar o fabrico e venda de gelados. Até então, não havia regras e eram muitos os fabricantes, mas a larga maioria de forma artesanal e com expressão familiar e local. A Esquimó e a Rajá em Lisboa e a Globo no Porto seriam porventura as marcas mais expressivas.

A “Olá” ficou integrada na internacionalização da Unilever, pelo que muitos dos aspectos de fabrico e comercialização se tornaram globais, embora em cada país seja adoptado um nome específico bem como há formatos e sabores adaptados aos hábitos e gostos de cada um dos mercados. No caso de Portugal temos então a “Olá”, na Espanha, a “Frigo”, na França a “Miko”, na Itália, Grécia, Roménia, Rússia, Eslováquia, Hungria e Turquia a “Algida”, no Brasil a “Kibon”, na Suíça a “Lusso”, na Alemanha a “Langnese”, na Inglaterra a “Wall´s” e nos Estados Unidos a “Good Humor”, entre outras variantes mais. Curiosamente, há referência de que a “Olá” seja uma marca partilhada igualmente em países como a Holanda, Bélgica, Luxemburgo e África do Sul.

Na década de 1990 foi lançado o logótipo com formato de coração que pretendeu globalizar a imagem do produto. O logotipo orginal português foi perdendo notoriedade.

Ao longo dos tempos foram sendo produzidos formatos e sabores que acabaram por ficar na nossa memória colectiva. Alguns ficaram pelo caminho e outros mantêm-se como ícones, nomeadamente o “cornetto”, tanto na variedade de morango como de chocolate. Todos os anos são lançados novos gelados e até algumas reedições, havendo até petições públicas para o seu regresso. Alguns dos nomes mais conhecidos da “Olá” no nosso mercado, incluindo alguns que já não se fabricam: Cornetto, Magnun, Solero, Fizz, Upa-Upa, Super-Maxi, Epá, Perna de Pau, Krisspi, Crok, Rol, Feast, Big Milk, Calippo, Tigre, e Popsi.

Uma fatia importante do mercado da “Olá” são os gelados de mesa, também apresentados em muitos dos nossos restaurantes como sobremesa da casa. Aqui o destaque vai para os sofisticados Vienetta e Carte D´Or.

A fábrica de gelados “Olá”, localiza-se em Santa Iria de Azóia e para além de fabricar para o mercado nacional, produz os gelados exclusivos do grupo Unilever para vários países estrangeiros, sobretudo para a Europa.

Da venda de gelados no nosso país, ficaram famosos os brindes, tanto da “Olá” como da “Rajá”. Brinquedos, bonecos  e até cromos, foram sempre uma forma de cativar os consumidores mais novos, as crianças (como se fora preciso).

Por toda a sua História mas sobretudo por si próprios, enquanto produto sempre apetecível, nomeadamente em dias quentes de Verão, os gelados “Olá” e a respectiva marca tornaram-se elementos que fazem parte do nosso quotidiano, mesmo durante todo o ano, como pretendem as acções de marketing,  bem como das nossas mais refrescantes memórias colectivas que reportam para uma qualquer praia e um gelado de gelo de laranja ou ananás, como os vários da Rajá que, pessoalmente em criança, me deliciaram algures nas praias de Espinho e Furadouro. ….E a vida sorri!

gelados ola logo sn2

ola gelados logotipo

ola gelados sn1

popsi gelado ola sn

gelado ola split morango santa nostalgia

gelado ola tigre santa nostalgia

- Sítios: Clube Olá; Unilever-Olá; Olá.pt

23/07/2013

Amália Rodrigues

 

Fosse viva, Amália Rodrigues (Lisboa 23 de Julho de 1920 - Lisboa 6 de Outubro de 1999) estaria hoje de parabéns; completaria 93 anos. Todavia, sabe-se que sendo 23 de Julho (de 1920) a data de nascimento que consta no registo civil, Amália terá escolhido o dia 1 de Julho como dia de celebrar o seu nascimento. A este propósito, diz-se que ela terá explicado na sua biografia: "Não sei o dia em que nasci, nem eu nem ninguém da minha família! A minha avó dizia que nasci no tempo das cerejas; Ora o tempo das cerejas vai de Maio a Julho! Por isso, escolhi o dia 1 de Julho para fazer anos!"

A possível explicação para esta curiosa questão da data, para além da versão poética de Amália, é que, no que era um hábito, ou desleixo, na época, frequentemente a data de nascimento era registada por conveniência, para os pais evitarem o pagamento da multa a que se sujeitavem pelo atraso no assento no registo civil. Com a pouca importância dada então ao dia da vinda ao mundo de um filho, seria muito natural esquecer ou omitir  tal data e determinar a mais conveniente. Conheço na minha família alguns casos semelhantes.


Quanto ao esencial, Amália Rodrigues será porventura uma das figuras mais emblemáticas da cultura popular portuguesa, do século passado, desde logo pela sua relação com o fado, também ele um dos nossos maiores ícones, mas também porque nesse papel, soube, como ninguém, expressar a nossa alma lusitana e de uma forma que extravasou as nossas reduzidas fronteiras, tornando-se por isso uma embaixadora, um elo de ligação com a diáspora portuguesa.


Desde muito pequeno que aprendi o nome de Amália, a fadista,  mencionado pelos mais velhos como um referencial nacional, porventura só igualada por Eusébio (embora este mais conhecido pelos homens). O povo da aldeia mais recôndita podia não conhecer qualquer outro(a) fadista mas conhecia Amália e conhecia as suas canções, os seus fados, que com frequência emanavam expressivos do pequeno transistor a pilhas, do cimo de uma rústica prateleira ao lado de um galo de Barcelos ou de uma andorinha de barro pendurada na parede de cal.

amalia rodrigues fado sn2

22/07/2013

McCloud – Série TV

 

Em 1974 a RTP exibia às segundas-feiras, por volta das 22:00 horas, a série "McCloud". De origem norte-america, foi produzida de 1970 a 1977. Teve um total de 46 episódios, sendo que com durações diferentes (20 episódios com 120 minutos cada, 19 com 90 minutos e 6 com 60 minutos). Desconheço se em Portugal a série foi exibida na totalidade, mas presume-se que sim.


A série, de género policial, girava em torno da carismática figura de Sam McCloud (interpretado por Dennis Weaver), um sheriff durão do Novo México, com estilo de cowboy, até pela sua indumentária, que é chamado a trabalhar em Nova Iorque. Os diferentes estilos de personalidade entre McCloud e os seus colegas e superiores, bem como os diferentes contrastes entre o anterior mundo da sua acção e a nova realidade da grande metrópole, resultavam muitas vezes em intervenções pouco ortodoxas comparativamente aos métodos citadinos e eram condimentos base da trama da série. O genérico de entrada da série, em que McCloud galopa a cavalo nas ruas de Nova Iorque, qual cowboy nos trilhos do oeste, é ilucidativo do estilo a série e do personagem.

“McCloud”, juntamente com “Columbo” e “McMillan & Wife", eram séries faziam parte de uma rubrica semanal da NBC denominada The NBC Mystery Movie, em que eram exibidas de forma alternadas.

image

image

image

20/07/2013

Marbert – Cosmética solar

 

marbert cosmetica solar

Estamos em pleno Verão, tempo de praia, de exposição solar, pelo que vem a propósito este (arrojado) cartaz publicitário do ano de 1984, relativo ao MARBERT, protector solar.
Esta marca foi fundada em Dusseldorf, na Alemanha, no ano de 1936, por Margarethe Sendler, maquiadora e pela médica Bertha Roeber.
Em 1968, a marca passou a fazer parte do grupo químico-farmacêutico Hoechst. Como a vida empresarial é dinâmica, por sua vez a Hoechst conheceu a fusão com a Rhône-Poulenc que a partir de 1999 passou a ser designada de Aventis. Esta foi posteriormente, em 2004,  fundida com a Sanofi-Synthélabo, tornando-se subsidiária do grupo farmacêutico Sanofi-Aventis.

19/07/2013

Tour de France

 

Passam hoje (19 de Julho) 100 anos sobre a conclusão, com chegada a Paris, no Parque dos Príncipes, da 1ª volta a França em Bicicleta, conhecida como "Tour de France", cujo primeiro vencedor foi o francês Maurice Garin.
A prova que está actualmente a decorrer, na sua terceira e última semana, (disputou-se ontem uma das míticas etapas com chegada ao Alpe D´Huez) corresponde à sua edição centenária. A prova conheceu interrupções durante a 1ª e 2ª guerras mundiais (1915-1918 e 1940-1946).


No panorama do ciclismo internacional, o Tour é sem sombra de dúvidas a prova raínha, aquela que mais atenções atrai e que reúne a nata dos ciclistas profissionais. Apesar de alguns recentes casos de doping, como o de Lance Armstrong, a prova continua a merecer o seu estatuto.  Normalmente disputa-se no mês de Julho, seguindo-se ao Giro de Itália e antes da Vuelta a Espanha, estas consideradas imediatamente a seguir como as duas outras grandes e importantes provas por etapas.


O ciclismo português, mesmo sem grande notoriedade (com a sua prova raínha a perder importância de ano para ano e com os principais nomes do ciclismo nacional a militarem em equipas estrangeiras), está ligado a esta competição e nela se destacam alguns nomes, desde logo o do popular e saudoso Joaquim Agostinho o qual conta com 13 participações e 5 vitórias em etapas, para além de dois lugares no pódium (3º) em 1978 e 1979 e por outras tantas vezes em 5º lugar (1971 e 1980).
A seguir ao ciclista de Torres Vedras, destaca-se Acácio Silva, com 7 participações, em que venceu três etapas, em 1987, 1988 e 1989, sendo que neste último ano chegou a envergar a camisola amarela por cinco dias.


Outros ciclistas lusitanos  deixaram o seu nome ligado ao Tour de France, como Alves Barbosa, o mais antigo participante, com um 10º lugar no ano de 1956, Paulo Ferreira em 1984, em que venceu uma etapa, José Azevedo em 2004, com um 5º lugar na classificação final e Sérgio Paulinho, em 2010, também um inesperado vencedor de uma etapa. O nome mais recente, é o de Rui Costa que nesta edição centenária, ao serviço da equipa espanhola Movistar, venceu há dias uma etapa, chegando isolado à meta e hoje repetiu a dose vencendo a ante-penúltima etapa. Todavia, em termos de classificação geral, dizem os entendidos que está uns furos abaixo das expectativas que reunia depois da vitória geral na recente Volta à Suiça. Mas vencer duas etapas na centésima edição ( a duas do final da prova), é um feito de prestígio.

Ao longo dos anos vários outros ciclistas portugueses marcaram presença na prova francesa mas sem qualquer registo de vitórias, nomeadamente o conhecido Marco Chagas (vencedor de 4 edições da Volta a Portugal – 1982, 1983, 1985 e 1986), Fernando Mendes, José Martins, entre outros.

Seja como for, o Tour de France, pelo seu prestígio e História, é uma das provas desportivas mais emblemáticas do planeta e agarrada a ela traz sempre inúmeras memórias e grandes nomes, sobretudo os grandes vencedores como o francês Jacques Anquetil, rei dos anos 60, com 4 vitórias, o belga Eddy Merckx, que dominou de 1969 a 1974 (5 vitórias), o francês  Bernard Hinault (5 vitórias), o espanhol Miguel Indurain, com 5 vitórias consecutivas (1991 a 1995) e o norte-americano Lance Armstrong (7 vitórias consecutivas de 1999 a 2005, embora as várias vitórias lhe tivessem sido retiradas pelo escandaloso e confesso caso de doping e finalmente o espanhol Alberto Contador, vencedor em 2007, 2009 e 2010 e que neste ano de 2011 encontra-se à data na 2ª posição, ainda com pretensões ao título, depois de ter sido afastado da última edição por caso de doping que lhe valeu a subtracção da sua anterior vitória em detrimento do luxemburguês Andy Schleck.

Actualização: 21/07/2013: A prova terminou com Christopher Froome, da Sky, como vencedor da geral. Ver quadro da classificação abaixo (clicar para ampliar):

image 

image

Sítio oficial do Tour de France

joaquim agostinho ciclista sn3

joaquim agostinho sn1

joaquim agostinho sn2

Joaquim Agostinho, um dos ciclistas portugueses com maior relevância no Tour de France.

18/07/2013

Lander – Uma longa frescura natural

lander desodorizante sn

Voltamos às memórias do desodorizante stick Lander. Aqui num cartaz publicitário do princípio dos anos 80, mas poderia ser de ontem pois este produto continua aí para as curvas (e para as axilas), disponível nas prateleiras de qualquer superfície comercial, com as mesmas características, incluindo a embalagem de vidro. O rótulo continua o mesmo, quase inalterado.
Pelos vistos, tal como no futebol, em equipa vencedora não se mexe, pelo que o Lander continua igual a si próprio volvidos todos estes anos.

Tópicos relacionados:
Desodorizante Lander
LANDER – Desodorizante stick

17/07/2013

Margarina Apetite – Apetite mais saboroso

 

margarina apetite

 

Cartaz publicitário à margarina APETITE, do princípio dos anos 80. Utilizada e recomenda pela chefe D. Maria Assunção.

Não consegui obter referências sobre esta marca pelo que, desconhecendo se ainda existe (não me recordo de a ver à venda)  poderá ter sido apenas uma efêmera concorrente da conhecida margarina Vaqueiro, essa sim, popular e com história.

15/07/2013

Cerveja Cuca – É hora de uma Cuca

cuca cerveja sn

Cartaz publicitário à cerveja Cuca. É dos anos 60 e lembra-nos os tempos em que por cá tínhamos a companhia da Cuca a suavizar os dias quentes de Verão.

- Tópicos relacionados:
Cerveja Cuca
Cerveja Cuca - Um prazer que pede bis...

11/07/2013

Tuink e Sunsilk- Shampoo

 

shampoo tuink

Cartaz publicitário dos anos 70 do shampoo Tuink. Infelizmente, não consegui encontrar quaisquer referências a este produto e a esta marca.

Como seria de esperar, é anunciado como “…especialmente estudado para restituir ao seu cabelo o encantador brilho natural”. Ainda pelo anúncio ficamos a saber que o frasco familiar custava 20$00 e as unidoses, 2$00. Interessante porque de facto nessa altura estava em moda as unidoses, vendidas numa espécie de bisnaga, como nos mostra precisamente o segundo cartaz da mesma época, em baixo, do shampoo Sunsilk, esse sim, já aqui por nós referenciado.

shampoo sunsilk unidoses

10/07/2013

Bébé Confort

 

bebe confort pub sn

Hoje trazemos à memória um cartaz publicitário da Bébé Confort, dos anos 60.

A Bébé Confort existe desde 1936 e nasceu em França quando um jovem casal, pais, teve a ideia de (re)desenhar alguns móveis domésticos especificamentente adaptados e equipados para bébés e crianças. Seguiram-se cadeiras para mesa e banheiro, cadeiras desdobráveis, etc. Estes produtos que transmitiam conforto e vida facilitada para as mães, foram um sucesso e com ele nasceu a marca e a empresa. Desse modo em meados dos anos 40 a empresa já detinha uma carteira de quase meia centena de diferentes artigos. Como se depreende pelo cartaz acima, nos anos 60 eram já mais de 150 artigos diferentes, incluindo os anunciados produtos de higiene.


Ano após ano a Bébé Confort foi crescendo e desenvolvendo novos produtos e equipamentos da esfera do universo infantil e na actualidade é uma das marcas referência em artigos de puericultura, desde equipamentos à higiene, sempre no caminho do desenvolvimento e inovação.

A Bébé Confort é detentora de outras conhecidas marcas ligadas a esta área da puericultura e sucedâneos.

09/07/2013

Com Savora tudo melhora

 

savora sn

Trazemos à memória um cartaz publicitário dos anos 70 ao produto Savora, molhos, maioneses, ketchups e mostardas, que desde há décadas tem vindo, com sucesso, a apaladar a comida aos portugueses.

A Savora: Uma das marcas mais reconhecidas pelos Portugueses, é comercializada em Portugal há mais de 40 anos tendo sido a primeira marca de mostarda presente no mercado Português. Marcando a sua posição pioneira, a Savora entrou nas vidas dos Portugueses, sendo a marca de referência no seu mercado e pretendendo hoje alargar o seu horizonte de acção para outros produtos igualmente saborosos, tradicionais, e de confiança.

Distribuída em Portugal até 1969 pela “Robinson Bardsley” e posteriormente pela “Reckitt & Colman”, a Savora teve, perto da viragem do milénio, uma mudança paradigmática que a tornou definitivamente uma marca Portuguesa: a aquisição pela F.Lima, que possui o registo da marca em 38 dos 46 países em que esta está registada.

fonte: Savora

08/07/2013

Almanaque de Santa Zita

 

Hoje trazemos à memória o “Almanaque de Santa Zita – Almanaque da Família”. É um produto editorial das Obras de Santa Zita, e faz parte de um grupo de outras publicações. Esta instituição, com origem na cidade da Guarda e fundada em 1 de Abril de 1931 pelo Monsenhor Joaquim Alves Brás,  tem já uma longa e rica História e define-se simultaneamente como uma obra de Família, Social e da Igreja. É igualmente uma associação com estatuto de IPSS – Instituto Particular de Solidariedade Social. Tem como lema “Mãos no trabalho e coração em Deus”. Convenhamos que, generalizando,  hoje em dia este é um lema que pouco ou nada assenta na actual sociedade.

Quanto ao almanaque, de acordo com informações colhidas junto da própria instituição, ele surgiu em 1941 - inserido no Almanaque de S. Miguel; Em 1942 e 1943 permaneceu  com o título de Almanaque de S. Miguel, mas o conteúdo era da Obra de Santa Zita.
Em 1944 surgiu como Almanaque de Santa Zita - Almanaque da Família, mantendo-se de forma regular até aos dias de hoje.

O Almanaque de Santa Zita segue a linha editorial de muitos outros ligados a instituições religiosas, com conteúdos diversos desde orações, reflexões, curiosidades, humor, adivinhas, pensamentos, passatempos, receitas de culinária e as habituais sentenças relativas a cada mês do ano, incluindo conselhos de agricultura para a horta e jardim, provérbios, etc.

Download da edição de 2012.

image

image

santa zita 1977

almanaque santa zita capa1

santa zita 1949

almanaque santa zita capa2

santa zita cc

almanaque santa zita folha1

almanaque santa zita folha2

image 

santa zita 1963

image

image

07/07/2013

O´ki Scientific – Desodorizante íntimo, porque “a higiene íntima da mulher tem problemas delicados…”

 

oki intimo

Uma folha...um símbolo.
A higiene íntima da mulher tem problemas delicados. Exige uma desodorização saudável. Dela depende o seu bem-estar e segurança pessoal.
O´KI SCIENTIFIC íntimo é a solução.
Com os olhos postos na mulher, O´KI SCIENTIFIC, criado por especialistas internacionais em desododorização corporal, é o único desodorizante íntimo que actua automaticamente à medida que o odor aumenta. Em qualquer momento.
O´KI SCIENTIFIC íntimo é um spray seco, sem álcool, produzido sob rigoroso controlo científico.
O´KI SCIENTIFIC íntimo em duas variedades: Presence e Discret.

Assim se publicitava o O´KI SCIENTIFIC, num cartaz de 1973. Provavelmente, nos padrões actuais de publicidade este texto daria para rir mas na altura era assim mesmo.

Recorde aqui outro cartaz do O´KI SCIENTIFIC. Sobre a marca e fabricante, continuamos sem saber grande coisa porque as informações disponíveis são escassas ou mesmo inexistentes. Não sabemos, por isso, se é um produto e uma marca descontinuada ou se ainda se fabrica e pertence a algum dos grandes grupos da especialidade de produtos de higiene íntima.

05/07/2013

Manuais escolares antigos - digitais

 

Para quem procura rever os seus antigos manuais escolares do ensino primário, o Ministério da Educação tem uma interessante secção onde disponibiliza digitalmente vários exemplares que ali podem ser visualizados.

Também está disponível a opção de download em formato PDF mas, desconhecendo se será apenas um problema nosso, os links parecem estar quebrados. Seja como for, não se comparando ao prazer de possuir e desfolhar o próprio livro em papel, esta é uma boa forma de recordar.

Língua Portuguesa e Gramática

Matemática, Ciências e Tecnologia

Geografia e História

Desenho, Geometria e Artes Visuais

image

image

image

image

image

image

image

image

image