Mostrar mensagens com a etiqueta Anos 60. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Anos 60. Mostrar todas as mensagens

23/04/2017

Margarina Vaqueiro–Torna tudo mais apetitoso

 

vaqueiro_margarina_15041965

Margarina Vaqueiro – cartaz publicitário de Abril de 1965.

02/04/2017

Crónica Feminina - 435

 

cronica-feminina_435_23051965

Capa da revista Crónica Feminina, edição Nº 435 de Março de 1965. Na capa a então pequenita Lilly, Helena Cristina dos Santos Mafra Salgado. Passados mais de cinquenta anos, que será feito dela?

29/03/2017

Detergente Bábá

 

detergente_baba_marco_1965

Detergente Bábá – Poster publicitário datado de Março de 1965.

Novo! Diferente! …Com BÁBÁ é outra loiça. Apesar da força do slogan, infelizmente nada conseguimos pesquisar sobre esta marca. Numa época em que reinavam detergentes como o Sonasol, Ajax, Vim e outros mais, também se comercializava o BáBá.  Não deixa de ser estranho que pesquisando na Web sobre o produto clorotensina, não surja qualquer referência- Seria um daqueles aditivos mágicos que só a fabricante conhecia? Supostamente com base em cloro, mas francamente, nada apuramos sobre o mesmo.

09/03/2017

Palmolive - Sabonete



Cartaz publicitário ao sabonete Palmolive. Possivelmente dos anos 50 e 60.
Este produto, fabricado à base de óleo de palma e de azeite, tornou-se popular a nível global, incluindo o mercado português, rivalizando com outros conhecidos sabonetes como o Lux, o Feno de Portugal, Cadum e Patti, entre outros.
É fabricado pela empresa Colgate-Palmolive, com origens nos Estados Unidos no distante ano de 1806.

08/03/2017

Sabonete Oleico Casulo


17031966_sabonete_oleico_casulo

Sabonete Oleico Casulo – Cartaz publicitário publicado em Março de 1966.
Sobre a marca e fabricante, nada conseguimos apurar. Nem sequer se de produção nacional ou estrangeira. Eventualmente da Sociedade Nacional de Sabões noutros tempos. Quanto ao produto, o cartaz fala por si e por ele, designando-o de “inconfundível com qualquer outro sabonete nacional ou estrangeiro, seja ele qual for.


06/03/2017

Frutas líquidas Compal

 

compal_17031966

Frutas líquidas COMPAL. Cartaz publicitário de Março de 1966 anunciando o lançamento do produto com três “novas” frutas: pêra, pêssego e alperce.

Sobre a COMPAL:

Em 1952, numa pequena vila portuguesa, no Entroncamento, nasceu uma empresa criada por um grupo de empreendedores e de agricultores com o intuito de transformar produtos da natureza, embalá-los e torná-los acessíveis a todos os consumidores.
Originalmente conhecida como uma empresa de derivados de tomate, acabou por diversificar o seu negócio, tendo sido nos anos 60 que os primeiros sumos foram lançados: primeiro Laranja e logo a seguir Pera Rocha, Pêssego e Alperce.
Compal é hoje reconhecida como um símbolo emocional de Portugalidade. É profundamente admirada pelos consumidores portugueses, pelo seu conhecimento de fruta, pela relação próxima que tem com os seus fruticultores, pela paixão pela natureza que se traduzem na forma como conta as suas histórias em cada embalagem de sumos, néctares, polmes de fruta, polpas de tomate e leguminosas. Compal é também uma referência de inovação, qualidade e tradição renovada.

[fonte: link]

- Tópico relacionado:

Compal – É mesmo natural!

03/03/2017

Detergente JUÁ–Roupa alegre

 

jua_24051962

Mais um cartaz publicitário ao popular detregente JUÁ, publicado em maio de 1962. Na imagem uma bucólica cena com a roupa a corar estendida sobre a relva como era vulgar nos meios rurais.

“Juá a lavar…é sol a corar! Roupa alegre, fresca e saudável, corada pelo sol, perfumada pela natureza.”

01/03/2017

Juá–Compre 2 e leve 3

 

cf_434_18031965_jua

A técnica de venda “compre 2 e leve 3” não é de agora. Veja-se este anúncio ao então popular detergente JUÁ, publicado em Março de 1965. Por isso, a coisa já tem mais do que meio século.

- Tópicos relacionados:

Detergente JUÁ - A Régua Mágica e outros brindes
Juá – Brindes
Brindes dos detergentes

28/02/2017

Desinfex–Publicidade vintage

 

pub_desinfex_sn_28022017

Cartaz publicitário ao produto DESINFEX. Publicado em Maio de 1962.

Pelo preço de 35$00, o produto prometia muito: “DESINFEX é o moderno aerossol terapêutico desinfectante instantâneo para ambientes fechados em enfermarias, consultórios, escolas, quartos de doentes, etc.

Não prive os seus filhos de carinho só porque está constipado.DESINFEX diminui-lhe as possibilidade de contágio.”

Não conseguimos apurar grande coisa sobre a história desta marca ou produto. É certo que pesquisando pela mesma, aparece associada ao grupo Organnact – Brasil (área de saúde animal), mas tudo indica que para além do mesmo nome do produto, não haverá qualquer ligação entre ambos. Por outro lado, era depositária deste DESINFEX a empresa Paolo Cocco, L.da, com sede na Rua do Quelhas, 22, em Lisboa. Também não foi possível apurar a existência desta empresa embora surja Paolo Cocco Herdeiros, mas estes ligados à produção de conservas de peixe, no Algarve. Haverá alguma relação? Não o conseguimos apurar. De resto esta é uma situação comum a muitas marcas e produtos que foram populares há umas décadas atrás e que, por contingências, várias desapareceram quase sem deixar vestígios históricos.

22/02/2017

Crónica Feminina - 486

 

cronica_feminina_486_17031966

Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 486 de 17 de Março de 1966. A bela e elegante noiva, Maria do Rosário Nobre Cardoso Faustino. Que será feito dela? Será certamente, senhora já na casa dos setenta.

20/02/2017

Crónica Feminina - 429

 

cronica_feminina_429

Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 429 de 11 de Fevereiro de 1965. Em destaque, a bela noiva Maria Margarida Ribeiro dos Santos Pinto, com o seu perfumado ramo de flores de laranjeira como convinha ás noivas castas. As noivas e noivos eram tema recorrente nas capas da emblemática revista.

07/02/2017

Crónica Feminina - 677

 

cronica_feminina_677_sn

Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 677 de 13 de Novembro de 1969. A dar rosto à edição, a menina Maria Helena Silva com ares de fotógrafa a manusear a sua Rolleiflex da Franke & Heidecke.

13/12/2016

Crónica Feminina - 670

 

670_25091969

Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 670 de 25 de Setembro de 1969. Com ares de “senhor doutor”, o pequenito Alexandre.

07/12/2016

Crónica Feminina - 436

 

436_01041965

Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 436 de 01 de Abril de 1965. A dar rosto à edição, a menina Ana Cristina Domingues Gonçalves entretida com as suas bonecas.

05/12/2016

Crónica Feminina - 492

 

cronica_feminina_492_28041966_1

Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 492 de 28 de Abril de 1966. A dar rosto à edição, o pequenito e sorridente Rui Manuel Serra Frias Martins Barata.

27/11/2016

Conjunto Típico Fernanda Gonçalves e José Augusto

 

fg1

Hoje trazemos à memória o Conjunto Típico Fernanda Gonçalves e José Augusto. Foi fundado na cidade do Porto no ano de 1966, por isso há meio século. Para além do casal que davam nome ao grupo, faziam parte da formação original Políbio Cruz (bombo), José Adelino (acordeão), Mário Reis (viola).

Os conjuntos típicos foram muito populares sobretudo nas décadas de 60 e 70, mas passaram pelas  décadas seguintes e ainda hoje existem embora obviamente com mais recursos técnicos (como acordeões electrónicos e caixas de ritmos), mas com alguma fidelidade ao estilo. Modo geral um conjunto típico era marcado pelo som do acordeão, por vezes mais que um, a viola para fazer o baixo, e um bombo. Frequentemente os elementos que cantavam e que por regra não tocavam instrumentos, sempre lá pegavam nos ferrinhos ou na pandeireta. Outra característica ainda comum aos conjuntos típicos, são as indumentárias, normalmente iguais (ou não fossem para um conjunto) e garridas, predominando os tons de vermelho. Hoje, vistas à distância do tempo, não deixam de ser apontamentos curiosos e deveras folclóricos.

Aqui pelo norte, foram famosos, para além deste Conjunto Típico Fernanda Gonçalves e José Augusto, muitos outros como o Conjunto Típico António Mafra, Conjunto Maria Albertina, Conjunto Típico Pai e Filhos, Conjunto Típico Os Marinheiros, Conjunto Típico Armindo Campos, Conjunto Típico Os Lordes, Conjunto Típico Asa D´Ouro, Conjunto Típico Esperança, Conjunto Típico Os Lusitanos,  Conjunto Típico Flores da Lage, Conjunto Típico do Norte, Conjunto Típico Irmãos Leais, Conjunto Típico Peles Vermelhas, Conjunto Típico Estrelas Incomparáveis, Conjunto Típico Estrelas do Norte, Conjunto Típico Os Voadores, Conjunto Típico Os Solitários, Conjunto Típico Nely Correia, etc.. Antes da enxurrada de cantores e bandas pimba, que ainda estão em força, os conjuntos típicos eram cabeça-de-cartaz em muitas festas e romarias.

Com as suas músicas de carácter popular, essencialmente em ritmos de marcha, valsa (vira) e chula, os conjuntos típicos são elementos importantes na história da nosssa música. Na sua origem, embora com as características do popular e tradicional estavam as tendências do movimento pop ye-ye que pelo início da década de 60 se generalizou pela Europa sobretudo nos países latinos, como França, Itália, Espanha e Portugal.

 fg2fg3

fg6

fg4

24/11/2016

"Os Conchas" - Duo musical



Pelo final dos anos 50 e princípios de 60 o panorama musical português passou a contar com mais um grupo,  concretamente o duo "Os Conchas", constituído por dois amigos lisboetas, o José Manuel Aguiar Concha de Almeida (guitarra) e o Fernando Alberto Soares Gaspar (viola baixo).

Já eram conhecidos mas projectaram-se depois de, em 1960, vencerem a primeira edição do concurso musical lançado pela Rádio Renascença, "Caloiros da Canção", acompanhados por Jorge Machado e o seu conjunto. No mesmo concurso, o vencedor como artista a solo foi o jovem Daniel Bacelar, então com apenas 17 anos.
Como prémio, os vencedores tiveram direito à edição conjunta de um EP gravado na Valentim de Carvalho. "Os Conchas"  com os temas "Oh Carol" (versão de um tema de Neil Sedaka) e "Quero o Teu Amor" ("Should We Tell Him" dos Everly Brothers), e Daniel Bacelar com os títulos  "Fui Louco por Ti" e "Nunca".

"Os Conchas", como outros grupos da época, tinham um estilo e sonoridade que de algum modo replicavam os artistas e grupos dos Estados Unidos e até ficaram popularizados como os Everly Brothers portugueses.

Em 1961 têm uma participação na RTP, no programa "Férias de Verão" em que interpretam o tema "Quero o Teu Amor".

Durante os primeiros anos da década de 60 o duo lançou vários EPs com temas próprios mas também versões de êxitos de artistas estrangeiros.
Em 1964 gravaram o seu último trabalho mas já com um nome e formação diferentes, "José Manuel Concha e o conjunto Os Conchas", integrando elementos do grupo "Gatos Negros".
 A guerra no Ultramar acabou por ditar o fim desta ligação musical dos dois amigos que se conheceram quando na década de 50 jogavam futebol (o José nos júniores do Oriental de Lisboa e o Fernando nos júniores do Sporting). Para trás ficava a impossibilidade de dar continuidade à carreira com contratos assinados para actuações em  Espanha, no que seria a sua internacionalização.

Pelos anos seguintes seguiram carreiras a solo mas já sem a notoriedade almejada pelo duo. Fernando Gaspar gravou vários trabalhos, nomeadamente com o "Conjunto Mistério" mas morreu relativamente novo, em 1998. O seu amigo José Manuel Concha chegou a enveredar pelo teatro e voltou às canções e ainda se mantém no activo, com alguma popularidade para o mercado da saudade junto das comunidades emigrantes. Celebrou já os 55 anos de carreira.
Não tendo tido uma longa carreira enquanto grupo, "Os Conchas" fazem parte, com mérito, da história da música portuguesa, sobretudo da música pop.