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14/03/2012

José Freixo e Donaltim

 

 

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Hoje veio-me à memória o José Freixo, o ventríloquo, e o seu pato Donaltim.
Por nenhum motivo ou data especiais, mas apenas por calhar.


Desde a sua participação no programa de Fátima Lopes, da SIC, onde aparecia com regularidade, esta clássica dupla do entretenimento perdeu lugar no espaço que o tornou popular, ou seja a televisão.
Da presença no programa da SIC, no princípio de 2009 parece ter sido dispensado dessa colaboração de forma menos clara ou desejada, isto a ter em conta uma capa do então jornal "24 Horas" (já extinto), em que anunciava que "Donaltim Processa Fátima".


Procurando pela Web, as referências a José Freixo e ao seu inseparável pato Donaltim, existindo, não são as mais adequadas a esboçar alguns apontamentos biográficos e de carreira, que certamente deve andar à volta dos 50 anos.

Seja como for, quase toda a malta da minha geração recorda esta dupla que já pelos anos 70, na RTP a preto-e-branco, em programas, natais dos hospitais e outros que tais, aparecia com frequência a entreter plateias. Nessa altura o pato era o Donald sendo posteriormente, pelo vistos, substituído pelo Donaltim.


Pelo que se conseguiu apurar da pesquisa pela Web, José Freixo vai participando com regularidade em espectáculos diversos nomeadamente de cariz de solidariedade e promovidos por associações e colectividades.


É verdade que, parece-me, que este tipo de entretenimento (ventríloquos manejando bonecos) já teve melhores dias, mas nem por isso a dupla José Freixo e o seu pato, Donald ou Donaltim, deixam de fazer parte do imaginário ligado à velhina RTP e por conseguinte da nossa memória colectiva.

- Vídeo da dupla no Youtube.

04/07/2011

A folha do acer - La feuille d'érable

 

a folha do acer

A partir de um comentário de um nosso visitante, e porque já tínhamos preparado o artigo, hoje trazemos à memória mais uma das emblemáticas séries de TV dos anos 70.


"A folha do ácer", no original em francês "La feuille d'érable".
Esta série dramática, em língua francesa, é composta por 13 episódios de cerca de 60 minutos cada e resulta de uma co-produção das televisões francesa (ORTF), a belga (RTB), a suíça (SSR), e a canadiana (CBC).

Foi exibida originalmente entre 1971 e 1973. A série retrata de certo modo o período colonial francês na Nova França, actual Quebéc - Canadá.
Esse retrato é paralelo  ao percurso da família Bellerose, desde 1535, com a chegada de François Bellerose, que fazia parte da expedição de Jacques Cartier, até Julien Bellerose, último descendente.
Por conseguinte, a série tem uma forte componente histórica com a aventura e odisseia desses primeiros tempos de descoberta e conquista do território até à colonização pelos ingleses.
Com o avançar dos episódios, decorria assim uma interacção das situações familiares com as situações políticas e o próprio processo de construção dessa importante província que ainda hoje, sendo uma das 10 que compõem o Canadá, tem uma personalidade própria e uma identidade muito francesa, desde logo pela língua mãe que mantém.

O argumento, dos anos 60 é de Marie Desmarais.

Recordo-me de esta série ser exibida na RTP ainda a preto-e-branco. Consultando velhas revistas, descobri que primeiro episódio foi para o ar em 4 de Junho de 1974, numa terça-feira, pelas 22:30 horas.
Na altura foi um êxito e toda a malta mais adulta falava da série. Pela distância no tempo, e pelo seu carácter dramático, e pela minha idade de criança, a série não me deixou grandes marcas, pois preferia um estilo mais ligeiro, mais de aventuras de capa-e-espada ou cowboyadas. Seja como for, foi uma série importante.

Todavia, apesar dessa importância e popularidade, as informações em português referentes a esta série são quase nulas e mesmo em francês ou inglês há pouca informação.

Fica assim, mesmo que breve, a memória dessa séria dos anos 70.

03/06/2011

Espaço 1999 – O regresso na RTP Memória

 

Nesta nossa humilde loja de memórias e recordações, falamos já da emblemática série de TV, do universo da ficção científica, “Espaço 1999”, que passou pela primeira vez entre nós em 1976, aos sábados, na RTP. Pois bem, a série está de regresso, na RTP Memória. Deste modo, será uma boa oportunidade para rever ou até guardar alguns episódios.

 

08/03/2011

RTP – 54 anos

 

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A RTP celebrou ontem os seus 54 anos de vida e o seu canal Memória fez a evocação da data.

Recortado de uma revista de Fevereiro de 1961, publicamos um cupão de inscrição para o Concurso “Diga, Diga”, que se tornou popular na primeira metade dos anos 60, tal como outros mais, nomeadamente o "Passaporte TV", "Dize Tu, Direi Eu".

Os concursos nesses primeiros tempos foram um dos pilares da programação e popularidade da RTP, o que de resto ainda se mantém.

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No “Diga, Diga”, os concorrentes respondiam a perguntas de cultura geral, escolhendo para o efeito dois temas.

Hoje em dia os concursos continuam a ter a sua componente de entretenimento, mas servem sobretudo para constatar a fraca cultura geral, mesmo de pessoas licenciadas. Tomando como exemplo o concurso “Quem quer ser milionário”, custa a crer que mesmo perante questões  de xaxa, e em sistema de escolha múltipla, se revele tanta ignorância. Mas vale o entretenimento porque tudo é feito nesse pressuposto, pois, ao contrário dos primeiros tempos da RTP, os concursos deixaram de ser um veículo de cultura por onde se podia aprender. Hoje, paradoxalmente, paga-se e premeia-se quem não sabe, bastando ter a pontinha de sorte e ser bafejado pelos 25% de hipótese ao alcance de um qualquer ignorante.

Também é verdade que os concursos hoje em dia são muita parra e pouca uva e já não são por isso tão rendosos como noutros tempos, motivando então o aparecimento de alguns profissionais ou papa-concursos.


13/01/2011

O Justiceiro - Knight Rider

 

Está a passar na RTP Memória uma das típicas séries de televisão produzidas nos Estados Unidos, uma das muitas que caracterizaram os anos 80. Trata-se da série "O Justiceiro", no original "Knight Rider", com o conhecido actor David Hasselhoff, que mais tarde reforçou a sua popularidade com o papel do nadador-salvador Mitch Buchannon, numa outra série de culto, o "Marés Vivas", também conhecido pela participação da bombástica Pamela Anderson.


Michael Knight, interpretado por David Hasselhoff, é um agente ou detective especial cuja personalidade e identidade lhe foram atribuídas depois de ter sido dado como morto num combate na guerra do Vietnam, onde era soldado. Secretamente foi salvo e transfigurado num bonitão (quem diria), pronto a combater o crime e os criminosos na “sela” do seu “cavalo”.

Na série, Michael Knight, está profundamente ligado ao seu fabuloso automóvel, o KITT (um Pontiac Banshee IV – General Motors), preto, todo especial, repleto de sofisticadas tecnologias, incluindo um computador de bordo que falava e interagia como se de uma pessoa se tratasse. O KITT (Knight Industries Two Thousand) era o resultado do desenvolvimento de inteligência artificial da FLAG - Foundation for Law and Government, cujo representante, e cooordenador das missões, era o Devon Miles, interpretado por Edward Mulhare. Para além destes personagens, existia também a Dr. Bonnie Barstow (Patricia McPherson), a mecânica chefe que tratava da "saúde" do KITT. Este papel foi ainda repartido na 2 temporada por April Curtis (Rebecca Holden). Aliás a série está polvilhada de mulheres bonitas, o que não deixa de ser natural.


A série teve a sua produção de 1982 a 1986, com 84 episódios correspondentes a 4 temporadas.
Confesso que nunca me entusiasmou sobremaneira, pois toda aquela tecnologia (demasiado avançado mesmo nos padrões actuais) afigurava-se-me como quase patética, nomeadamente quando o botão do "super turbo" era solução para tudo, tanto para ultrapassar como para sobrevoar os adversários boquiabertos. Parecia-me tudo demasiado inverosímel, ligeiro, previsível, mas, apesar disso, bem à americana, ou seja, com bom efeito.
Mas, pronto, reconheço que a série foi muito popular, sobretudo junto do público feminino que não deixava de suspirar pelo, dizem, bonitão do Michael Knight.


Como seria de esperar, a série teve várias sequelas já nos anos 90 bem como de vez em quando é reposta em alguns canais de televisão, como aconteceu já na TVI, em 2009, com o remake “O Novo Justiceiro”, com 17 episódios, com várias alterações ao nível do elenco.

Não há amor como o primeiro.

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O vídeo com o tema de abertura: Link


12/01/2011

Barbapapa – Uma família colorida e maleável

 

Quem não se recorda da série de animação, "Barbapapa"?
Tratava-se de uma família muito especial, uma espécie de bonecos de borracha ou de massa cujos corpos se moldavam em certos objectos ou características. Não tinham pés, sendo assim uma espécie de bonecos" sempre-em-pé".
Apesar dessa característica estranha, a série tornou-se muito popular e querida entre nós, quando passou na RTP na primeira metade dos anos 70.
Dentro desse sucesso, a antiga Agência Portuguesa de Revistas editou em 1975 uma caderneta composta por 210 cromos.
A série voltou a passar já nos anos 80, então a cores, pelo que se ressaltava o colorido característos dos diversos personagens, já que os havia para todas as cores.
O personagem principal era o pai, o Barbapapa, em cor-de-rosa. A sua esposa, a Barbamama, paradoxalmente, era de cor preta. Os filhos do casal tinham nomes adequados às suas aptidões físicas ou intelectuais e tinham várias cores, como o verde,o azul, o amarelo, vermelho, laranja, cor-de-rosa e preto.
Estes curiosos bonecos saíram da imaginação e arte da aqruitecta e ilustradora francesa, Annete Tison e do pofressora norte-americano, Talkus Taylor, isto no início da década de 70. Antes da televisão, o personagem nasceu na forma de livro infantil.
A série de televisão foi co-produzida pela Holanda e Japão, sendo realizados 45 eposódios. Uns anos mais tarde foi produzida uma nova versão.
É claro que a série estava dirigida ao público infantil pelo que a criançada regalava-se com as peripécias e habilidades dos bonecos simpáticos e coloridos.

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18/09/2010

Family Ties – Quem sai aos seus

 

A RTP Memória está a passar diariamente (por volta das 21:00 h) uma das mais emblemáticas séries de TV produzida pela NBC entre 1982 e 1989. Foram 7 longas temporadas sendo realizados 180 episódios (pela lista da IMDB apenas 176), alguns com duas partes.

Em Portugal passou originalmente na RTP, também nos anos 80, certamente com desfazamento de episódios relativamente à exibição nos Estados Unidos.

Esta série é por demais conhecida mas é justo que seja aqui referida como parte das nossas memórias.

Sendo que “Family Ties” tem a tradução de “Laços Familiares”, confesso que nunca percebi o título adoptado em Portugal (Quem sai aos seus…), que neste aspecto até nem costuma inventar. Pior do que isso fizeram no Brasil, onde a série foi baptizada de “Caras & Caretas”. Anedótico. De todo o modo, o título foi sendo mudado nos muitos e diferentes países onde foi exibida sempre com êxito.

A história gira à volta de uma família típica americana da classe média alta, os Keaton. O chefe da família, Steve Keaton, é um produtor numa estação de televisão e a esposa, Elyse Keaton, é arquitecta. Os episódios decorrem num percurso normal de uma família normal, com as discussões (muitas vezes ideológicas e políticas, sobretudo entre o pai, de esquerda, e o filho Alex, conservador), os desentendimentos, a educação, o humor (omnipresente), o amor e os afectos, o lazer, os estudos, o trabalho. No fundo a família Keaton pode muito bem estar em qualquer uma das nossas casas.

O que sempre me agradou e deslumbrou na série foi o percurso e a evolução da família. Foi quase uma década de série e por isso é notória a mudança física dos intervenientes, sobretudo nos filhos da família e de modo especial de Jennifer onde a meu ver se nota mais a transformação. Quase dez anos amadurecem um adulto e transformam uma criança num jovem adulto. Esta quase metamorfose, física e social, é um dos pontos fortes da série e que a tornam num ícone e emblema das séries de TV de todos os tempos mas seguramente dos especiais anos 80.

“Quem sai aos seus…”  tornou-se de facto muito popular bem como os seus intérpretes. Michael J. Fox, que interpretava o filho mais velho, Alex, foi sem dúvida um dos que tirou mais partido dessa popularidade até porque ainda durante a série (1985) teve o papel principal no filme “Regresso ao Futuro” com duas continuações em 1989 e 1990, que foram um êxito. Fox teve uma longa carreira no cinema e televisão mas em 1998 revelou que padecia da “doença de Parkinson”, a qual o tem vindo a debilitar. Afastado do cinema, criou uma fundação que desenvolve esforços no tratamento e na pesquisa  que um dia possa conduzir à cura desta doença.

Personagens e intérpretes:

Elyse Keaton
Steve Keaton
Alex P. Keaton
Mallory Keaton
Jennifer Keaton
Andrew Keaton
  Meredith Baxter-Birney
Michael Gross
Michael J. Fox
Justine Bateman
Tina Yothers
Brian Bonsall

 

- Uma das aberturas da série (diferentes nas temporadas)

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- Os Keaton.

24/06/2010

O Romance da Raposa – Série de animação




Hoje trago à memória a simpática série de animação "O Romance da Raposa", produzida em Portugal e por portugueses. Foi no final dos anos 80 (1988) e a série constava de 13 episódios de 12 minutos cada.
 
O título foi baseado na obra homónima do escritor Aquilino Ribeiro (que em 1924, como prenda de Natal, a dedicou ao seu filho Aníbal), que narra as aventuras e desventuras da Salta Pocinhas, uma “raposeta matreira, fagueira, lambisqueira”.
 
A série foi produzida pela Topefilme e Telecine, sendo realizada pela dupla Artur Correia e Ricardo Neto, adaptação de Marcello de Moraes, diálogos e letras das músicas de Maria Alberta Meneres e música de Jorge Machado.
 
Recordo-me de assistir com agrado a esta série e que foi uma demonstração de que, com finaciamentos apropriados, era possível produzir animação de qualidade em Portugal. Infelizmente os casos semelhantes nunca foram muitos, salvo curtos sketchs. 
 
À volta da popularidade da série, na época foram comercializados alguns artigos, nomeadamente discos com a banda musical da série e também uma colecção de calendários de bolso.
 
"O Romance da Raposa" foi uma das séries repostas pela RTP Memória, sensivelmente por alturas do seu lançamento, creio que em 2004 e posteriormente em 2007. Como perdi ambas, estou a aguardar uma nova reposição.

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(capa de uma edição do livro de Aquilino Ribeiro)

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Mil famosas aventuras
Aqui se vão relatar,
De certa Salta-Pocinhas
Que tem muito que contar.

(Primeiros versos da música do genérico da série)

[Youtube – Link]

27/05/2010

ALF – Uma coisa do outro mundo

 

 

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Está a passar na RTP Memória, a série de televisão ALF - Uma coisa do outro mundo, que passou originalmente na RTP no final dos anos 80.
Esta série de origem norte-americana, foi exibida pela primeira vez em 1986, pela NBC, cujos 102 episódios, de cerca de 25 minutos duraram até 1990.
A série obteve bastante êxito, mesmo entre nós, e pretendia parodiar um filme que fora êxito uns anos antes (1982), o E.T., de Steven Spilberg.

Gordon Shumway, ou ALF, a figura central da série, um extra-terrestre, ou alienígena, proveniente do planeta Melmac, seu suposto último sobrevivente depois de este se ter destruído. Em fuga pelo espaço,  acaba por captar e seguir um sinal de rádio e dirige-se para a Terra. Ao entrar na tmosfera a sua nave fica danificada e acaba por aterrar de emergência na garagem da família Tanner, que depois de o esconder do Exército que procuravam o rasto da nave, decidem adoptá-lo e assim integra-se no dia-a-dia dessa típica família norte-americana e à volta dela surgem os diferentes pretextos e enredos das diversas histórias.
ALF resume-se a um boneco simpático, de aspecto  exôtico, de baixa estatura, ruivo, muito peludo, com focinho comprido e um apetite voraz por gatos e com outros gostos e modos esquisitos que constantemente chocam com os convencionalismos da sua família adoptiva, mas simultaneamente muito estimado por esta, pelo  que tudo se lhe desculpa e perdoa.

Pessoalmente tenho fortes memórias desta série mas, verdade se diga, nunca me entusiasmou sobremaneira. À distância de um pouco mais do que 20 anos, ao assitir a alguns episódios agora repostos, mantive a mesma impressão. Apesar disso, reconheço que a série na altura e no contexto tinha atributos para ser popular e por isso era um bom entretenimento.

+ Sobre a série:

[na Wikipedia]

[no Youtube]

30/04/2010

Histórias narradas e desenhadas

 

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Hoje veio-me à memória uma rubrica que nos anos 70 existia na RTP, dedicada ao público infantil e que basicamente se resumia à narrativa de histórias simples, enquanto que alguém, por detrás de um suporte iluminado, uma espécie de quadro branco, ía desenhando a própria história.
Eu adorava essa rubrica, eventualmente integrada num qualquer programa, como o TV Infantil, então coordenada por Maria do Sameiro Souto, e admirava sobretudo a precisão e rapidez com que eram executados os diferentes desenhos. Também gostava do narrador que ía desenvolvendo diferentes vozes de acordo com as personagens e acções de cada história.
Infelizmente, por mais que tenha procurado, mesmo nas minhas velhas papeladas, não consegui descortinar o nome da rubrica nem a identidade de quem narrava ou de quem desenhava.

Fica a memória, algo vaga, confesso, mas que certamente é recordada por quem nessa altura era criança e assitia com regularidade às emissões a preto-e-branco da nossa RTP.

26/03/2010

Verão Azul – Verano Azul

 

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A RTP Memória está a passar a série "Verão Azul", realizada por Antonio Mercero e produzida pela televisão espanhola, TVE, entre 1979 e 1980. Em Portugal a série passou logo depois (início em Julho de 1983) e tal como no país vizinho foi um caso série de popularidade, cativando públicos de todas as idades, o que de resto se estendeu em muitos países onde foi exibida, nomeadamente na américa latina.


A série é composta por 19 episódios de cerca de 50 minutos cada, que descrevem histórias vividas por um grupo de amigos, crianças e adolescentes a passarem féries de Verão na localidade de Nerja - Málaga. Ao grupo composto por cinco rapazes (Tito, Piranha, Pancho, Javi e Quique) e duas raparigas (Beatriz e Desi), juntavam-se o velho marinheiro local Chanquete e Júlia, a pintora.


A série relatava histórias ligeiras de brincadeiras e humor, próprias das idades dos intervenientes, num contexto de férias de Verão numa localidade à beira-mar, mas abordando temas importantes para os adolescentes, como o namoro, a sexualidade, o casamento, as diferenças, as drogas, o álcool e tabaco, mas também o ambiente ou ecologia.


Desde as peripécias e humor constantes, derivado do perfil dos intervenientes mais novos, o Tito, irmão de Beatriz e o seu inseparavél amigo, o Piranha, gordito e sempre com um apetite voraz, o grupo encontrava os devidos pontos de equilíbrio no seu relacionamento com os experientes Chanquete e Júlia, adultos, que eram assim uma espécie de guias,  conselheiros e tutores. Por conseguinte, em contraponto, os pais das crianças tinham na série um papel secundário, quase despercebido na maior parte dos episódios.


Pessoalmente, já a entrar na maioridade, eu também gostei de acompanhar a série e fazia por não perder um episódio. Para além de toda a carga didáctica com os temas desenvolvidos, gostava sobretudo do ambiente e contexto de Verão, de férias, de praia, sempre tão apetecíveis. 

Outro aspecto inconfundível da série, o genérico de abertura e a música, que então entrou no ouvido e de lá nunca mais saíu. Basta trautear meia dúzia de notas para ser reconhecer.

Por tudo isso, a série "Verão Azul" ou “Verano Azul”, pouco importa, tornou-se um ícone dos anos 80 para toda uma geração de crianças e adolescentes e que agora, na RTP Memória sabe bem recordar, não sem uma forte nostalgia de tempos passados e que já não voltam.

 

No vídeo abaixo,  veja os actores de Verão Azul na actualidade.

Também pode saber um pouco mais sobre a sua actual situação e os seus percursos de vida. Aqui.

Veja ainda: http://www.veranoazul.org/

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19/03/2010

Fess Parker – Daniel Boone e Davy Crockett – 16/08/1924 – 18/03/2010

 

Já não está no mundo dos vivos o actor Fess Parker, que se tornou popular com o desempenho de heróis  como Daniel Boone e Davy Crockett, o “rei dos caçadores”. A notícia da sua morte entristece-nos, mas, de forma imortal, ficará entre nós a habitar as nossas memórias no papel desses heróis, valentes e intérpidos pioneiros no desbravar de uma nova e grande América.

aqui tínhamos falado dele, mas é justo que neste data seja relembrado uma vez mais.

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Uma das séries de televisão que prendeu a criançada dos finais dos anos 60 e princípios de 70 foi "Daniel Boone".

Trata-se de uma série produzida entre 1964 e 1970 pela Twenty Century-Fox para o canal NBC, baseada num personagem real, um pioneiro do estado do Kentucky - Estados Unidos, fundador da cidade de Boonesburough que se estabeleceu nessa região, a leste do Mississipi em 1770.

Ao todo foram produzidos 165 episódios ao longo das seis temporadas que entre nós passaram também por essa altura na RTP, ainda a preto e branco.

Estes episódios abriam com um memorável genérico em que o herói com um certeiro golpe de machada fendia ao meio um tronco de árvore.

Daniel Boone, um misto de lavrador, caçador e aventureiro, era interpretado pelo actor Fess Parker, que também deu vida à personagem de outro mítico pioneiro americano, David Crockett. O principal elenco era composto pela sua esposa Rebbeca Boone (Patricia Blair), seus filhos Jemima Boone (Veronica Cartwright) e Israel Boone (Darby Hinton), o inseparável companheiro de viagens, lutas e aventuras, o indío Cherokee Mingo (Ed Ames), mais tarde substituído por Gideão (Don Pedro Colley), o taberneiro Cincinnatus (Dal McKennon), e ainda Yadkin (Albert Salmi) Jericho (Jones Robert Logan), Gabe Cooper(Roosevelt Grier) e Josh Clements (Jimmy Dean).

A trama de grande parte dos episódios centrava-se nas complexas relações do homem branco com os índios Cherokee, numa luta constante de conquista e defesa de territórios. No fundo era o retrato dos conflitos e das difíceis relações entre pioneiros, caçadores de recompensas, negociantes de peles, oportunistas e vigaristas de toda a espécie, com o exército britânico pelo meio, numa fase em que toda a gente buscava uma nova terra e uma nova casa numa jovem e ainda indefinida nação americana.

Daniel Boone representava o equilíbrio da balança entre o bem e o mal, a razão e a emoção, resolvendo disputas sociais, étnicas e culturais entre brancos e índios.

A RTP, agora através do canal da TV Cabo RTP Memória está a série, aos Sábados, a partir do dia 9 de Fevereiro, pelas 19.00h, com repetição aos Domingos, pelas 11.30h.

É uma oportunidade para rever e matar saudades de uma série inesquecível que marcou a infância de toda uma geração.

Genérico de abertura:

 

 

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30/11/2009

Moonlighting – Modelo e Detective



Quem se lembra da série de TV, "Modelo e Detective", no original "Moonlighting", com os principais papeis a serem interpretados pela bela Cybill Shepherd (Madelyn 'Maddie' Hayes), uma bela modelo de sucesso mas aldrabada pelo seu agente e que recorre a Bruce Willis (David Addison Jr.), um detective carismático mas pouco reconhecido e que depois de aliados passaram a fazer um dupla de sucesso e inseparável?

Esta série proveniente dos Estados Unidos foi realizada nos anos 80 (entre 1985 e 1989) e ao longo de 5 temporadas desenvolveu-se em  66 episódios (há quem registe 67) de cerca de 45/50 minutos cada. Todavia, a dupla de actores referida participou em 54 episódios.
As histórias giravam em torno da Agência de Detectives Blue Moon, especialista em resolver questões intrincadas de homícidos, raptos e pessoas desaparecidas, afinal aspectos comuns a muitas outras séries americanas dos anos 80, sempre num registo ligeiro de drama, acção e comédia. Para além de tudo, fazia parte das histórias um eterno clima de cumplicidade, glamour e romance entre a dupla. A partir dessa série Bruce Willis tornou-se um actor bastante popular em Hollywood, vindo a participar em filmes de acção que o tornaram célebre, sempre no papel de durão e divertido. Também Cybill Shepherd viu a sua carreira ser relançada.
Pessoalmente acompanhei diversos episódios mas na realidade nunca foi uma série que me prendesse muita atenção talvez por me ter apanhado já numa idade em que prestava pouca disponibilidade à televisão em contraponto a outras coisas, como o namoro, a tropa e o casamento que veio ainda no decurso da exibição da série. Mesmo assim, reconheço que foi uma das séries marcantes ou emblemáticas dos anos 80, década que aliás foi muito profícua em êxitos de televisão provenientes dos Estados Unidos, algumas das quais já relembrámos e outros que viremos a recordar.

29/10/2009

As aventuras de Robin Hood - Repost


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Uma das séries de TV que mais recordações me deixou, enquanto criança, foi sem dúvida As Aventuras de Robin Hood, no original The Adventures of Robin Hood, entre nós conhecido como Robin dos Bosques.

A série é de origem inglesa, produzida nos anos 50 pela ITV. Desenrolou-se ao longo de quatro temporadas, com um total de 143 episódios.
Na ITV foi para o ar entre 1955 e 1960 e quase em simultâneo na CBS americana entre 1955 e 1959.

Na RTP, passou a preto-e-branco, no final dos anos 60. Recordo-me que durante muito tempo era exibida aos domingos, por volta das 13:30 horas. Este horário era complicado para mim e para os meus colegas, pois o seu final (cada episódio demorava cerca de 25/30 minutos) coincidia sensivelmente com o início da aula de catequese. Por isso, não raras vezes, chegávamos ligeiramente atrasados mesmo depois de uma valente corrida (a igreja ficava distanciada de casa cerca de 1Km). Escusado será dizer que esta série era motivo de inspiração para muitas das nossas brincadeiras.

O papel principal, de Robin Hood, era protagonizado pelo actor Richard Green. Alguns dos personagens principais, como Lady Marian, João Pequeno e Will Scarlet foram, ao longo das quatro temporadas, interpretados por diferentes actores.
A trama dos episódios decorria dentro da história e lenda atribuída a Robin Hood, ou Robin dos Bosques, suficientemente conhecida de todos já que é um dos heróis mais conhecidos e popularizados, tanto na televisão como no cinema, na literatura e banda desenhada.
No entanto, relembra-se que a história decorre na Inglaterra, na Idade Média, ao tempo do reinado do Rei Ricardo. Este encontra-se ausente em combate nas Cruzadas, pelo que em seu lugar fica a reinar o Príncipe João. Este governa com impiedosa mão-de-ferro, tendo em conta apenas o seu interesse e dos seus correligionários, nomeadamente o Sheriff of Nottingham, com quem Robin luta constantemente, impondo ao povo elevados impostos.
Para combater esta injustiça e crueldade do substituto do rei e do Sheriff de Nottingham , Robin Hood lidera um famoso bando de foras-da-lei, escondidos na impenetrável floresta de Sherwodd, roubando aos ricos, quase sempre ao rei e seus comparsas, para distribuir pelos pobres e desfavorecidos.

Robin Hood conta com grandes companheiros de luta, tal como o forte João Pequeno, o glutão Frei Tuck, Will Scarlet, entre outros. Depois, em cada episódio, o namoro e romance de Robin Hood com a bela Lady Marian é tónica presente e quase sempre motivo de encrencas para Robin e seu bando.
Cada episódio está recheado de perseguições a cavalo, lutas entre Saxões e Normandos, lutas com escudo e espada, torneios com arco e flechas, visitas ao castelo, e todo um conjunto de situações características desse tempo da Idade Média.
Soube bem recordar esta série de televisão.

- Tema de abertura no Youtube: link

Consulte dois excelentes sítios sobre esta série, de onde extraímos algumas fotos:

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21/10/2009

MacGyver – A série do Dr. Engenhocas


Está a passar na RTP Memória a série de culto dos anos 80, MacGyver. É exibida diariamente cerca das 21.30 horas. Para quem pretender reviver, é uma boa oportunidade.
McGyver, interpretado por Richard Dean Anderson,  é um agente governamental, da agência  DXS - Department of External Services, que se caracteriza pela sua esperteza e astúcia, aliadas ao domínio de técnicas e conhecimentos na área da mecânica, física e química que nos momentos chave das diversas histórias resolvia as coisas sem recurso a armas ou a violência.
Esta série de TV, de origem nos Estados Unidos, foi produzida por Henry Winkler e John Rich, ao longo de 8 temporadas de 1985 a 1992, num total de 139 episódios. Teve ainda lugar a dois filmes já em 1994. De facto foi uma produção muito profícua a que não é alheia a popularidade que granjeou a nível mundial.
Quanto a outras personagens, de destacar Pete Thornton, interpretado por Dana Elcar, que era o chefe de MacGyver, que assumia funções na entidade  DXS - Department of External Services.
Pessoalmente nunca fui muito apreciador da série, ao contrário de alguns dos meus irmãos, que são fãs. É verdade que MacGyver contrapunha a inteligência ao uso de armas ou violência, marcando um estilo muito próprio, longe dos vulgares estereotipos dos heróis ou super heróis, muito comuns nas séries americanas, mas algumas situações não me convenciam. Ou seja, sempre que se lhe deparava um problema, para além do seu inseparável canivete suiço, as coisas estavam ali, sempre à mão. Aparecia tudo quanto precisava como se tivessem sido encomendadas e feitas por medida. Ele era de facto um engenhocas, mas esse lado das histórias irritava-me um pouco.
A série absorveu muito do estilo demonstrado por outras séries importantes, nomeadamente a “Missão Impossível”, onde o uso de tecnologias em detrimento da violência era um ponto forte.
Apesar disso, assisti a muitos episódios e mesmo agora, sempre que posso, revejo na RTP Memória. MacGyver, foi de facto uma série que marcou toda a década de 80 e como tal merecer ser aqui recorda, até, porque como se disse no início, está a passar novamente na RTP Memória.

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24/09/2009

Uma família às direitas – All in the Family

 

Está  a passar na RTP Memória a fantástica série de TV “Uma família às direitas”, no original “All in the Family”.

A série, norte-americana, foi exibida na CBS entre Janeiro de 1971 e Abril de 1979, ao longo de 9 temporadas, com um total de 209 episódios com cerca de meia hora cada, sempre com um êxito assinalável  e nos tops de audiências, sendo distinguida com vários prémios assim como os seus intervenientes.

A série centra-se em histórias passadas no seio de uma típica família da classe média operária dos Estados Unidos, nos anos 70, num bairro da periferia de Nova Iorque.

A série vive do humor fantástico resultante das acesas discussões de Archie Bunker (Carroll O'Connor), chefe da família, com o seu genro, Michael Stivic (Rob Reiner).

A casmurrice preconceituosa e conservadora de Archie, esbarra constantemente no pensamento e atitudes liberais de  Michael, filho de emigrantes polacos. Acabam sempre por discutir conceitos e preconceitos passando pela política e problemas sociais.

Pelo meio, a incomparável Edith Bunker (Jean Stapleton), a esposa de Archie, um alvo constante do humor corrosivo de Archie mas com um poder de razoabilidade que serve de equilíbrio naquele lar americano. Digamos que de uma forma quase inocente, por vezes patética,  Edith consegue ser a única que tapa a boca a Archie, embora seja este que constantemente recomenda a Edith que o faça.

Quanto a Gloria Stivic (Sally Struthers), a filha única do casal Bunker, habitualmente fica no meio de todas as discussões tentando ser a medianeira entre o marido e o pai.

Esta série, no seu humor característico, por vezes demasiado contundente, acaba por abordar assuntos sociais muito importantes e que nessa época quase não eram debatidos na televisão, como o racismo, xenofobia, homossexualidade, drogas, etc.

Em Portugal, a série passou também nos anos 70 pelo que me recordo de a ver ainda a preto-e-branco. Agora na RTP Memória, por volta das 21:00 horas, a série tem passado a cores e estou a gostar de rever.

 

all in the family 1

Archie e Edith

all in the family 2

Gloria e Michael

all in the family 3

Todos em família

Genérico de abertura da série.

15/09/2009

Séries e programas TV - Sumário

Aqui fica um sumário de diversos artigos onde já recordamos algumas das séries e programas de televisão que marcaram a infância e juventude, sobretudo daqueles que, nessas belas e nostálgicas idades, atravessaram as décadas de 60, 70 e 80.

pipi das meias altas santa nostalgia series tv
Era uma vez ...o Homem








Abbott and Costello
The Partridge Family
LASSIE – Série TV
Os caminhos de Noële – Série TV
Os caminhos de Noële – Parte II
Omer Pacha – Tenente Latas
A família Boussardel - Les Boussardel
O salva-vidas voador - Bailey´s Bird
O Regador Mágico - Pardon My Genie
Allo! Allo!
Pippi das Meias Altas
Vasco Granja - Cinema de Animação – O Lápis Mágico
Noddy - Nodi - 60 anos de histórias de encantar
Os homens de Shiloh - The Virginian
Charlie's Angels - Os Anjos de Charlie
Os garotos do 47-A
Tenente Columbo
A hora de Alfred Hithcock
Hercule Poirot - O detective do bigode esquisito
Sandokan - O tigre da Malásia
A Flecha Negra - La Freccia Nera
As aventuras de Robin Hood
O Fugitivo - Série TV
Kung Fu - As aventuras de Caine
Lancer - Série de TV com cowboys
Marco - Dos Apeninos aos Andes - I
Marco - Dos Apeninos aos Andes - II
Marco - Dos Apeninos aos Andes - III
The Roman Holidays
O Carrocel Mágico - Franjinhas, Anita, Saltitão e companhia
Os Flintstones
Bana e Flapi
Os Estrumpfes
A abelha Maia
A Pedra Branca - Série TV
Vickie o Viking
Calimero - É uma injustiça, não é?
Fungágá da Bicharada
Heidi - A menina dos Alpes
Os Pequenos Vagabundos
Bonanza
Daniel Boone

24/08/2009

Cruzada - Revista Eucarística


 cruzada julho 1965 sn

cruzada abril 1990 sn

cruzada maio 1998 sn

cruzada julho 2001 sn

cruzada maio 2007 sn

cruzada maio 2008 sn

cruzada janeiro 2009 sn

cruzada maio 2009 sn

Este artigo foi motivado pela capa da edição de Julho de 1965 da revista CRUZADA (imagem de cima), onde é retratado o Papa Paulo VI. Com ela veio-me à memória a sua visita a Portugal e ao Santuário de Fátima, em 13 de Maio de 1967, por ocasião do 50º aniversário sobre a data das aparições.
Na altura o evento mereceu a transmissão em directo pela RTP, a preto-e-branco, um marco histórico para a televisão portuguesa. Desde a saída de Roma, a aterragem em Monte Real e a chegada ao santuário, com passagem por Leiria, o acontecimento mereceu por parte da jovem estação de televisão (10 anos) um envolvimento grandioso para a época, com 150 profissionais, 6 carros de reportagem, 5 equipas e 19 câmaras (10 em Fátima) e dois helicópteros. A RTP teve a ajuda de meios técnicos emprestados pelas televisões italiana, francesa e espanhola. A visita mereceu ainda 5 horas de transmissão pela rede da Eurovisão. Os Estados Unidos, Canadá, México e Brasil também receberam imagens deste acontecimento.
Lembro-me que o meu avô materno era das poucas pessoas da freguesia a terem um televisor pelo que toda a gente da aldeia apinhou-se defronte do aparelho Telefunken que foi colocado à porta da sala, virado para o exterior. Era uma autêntica plateia digna de uma sala de espectáculos. Meu Deus, quanto tempo já passou...

Quanto à revista CRUZADA:

Fundada em 1930, é uma revista mensal, ilustrada, com 32 páginas. Tem como finalidade principal a difusão da doutrina da Igreja Católica, na fidelidade aos ensinamentos do Magistério, e o incremento e evangelização da piedade popular.
Pensada, inicialmente, para as crianças e jovens, acabou por fazer sucesso junto de leitores de todas as idades. A confirmá-lo está a tiragem mensal (90.000 exemplares), que faz desta revista um dos órgãos de comunicação da Igreja Católica em Portugal com maior difusão. Está presente junto dos emigrantes portugueses, tendo assinantes em 82 países.
Mantém desde há longos anos uma secção mensal – Testemunhos Vivos – destinada a publicar cartas de leitores que testemunham o poder da fé e da confiança em Deus, nas mais diversas e, por vezes, dramáticas circunstâncias.
Outra secção mensal intitula-se Perguntas com Resposta e destina-se a esclarecer dúvidas, no âmbito da fé, da moral e da religião, na fidelidade ao Magistério da Igreja Católica.


(fonte: AO)