25/05/2020
"Os Jovens Rebeldes" - "The Young Rebels" - Série TV
20/02/2020
Vitorino Nemésio - Se bem me lembro...
18/10/2019
Telejornal da RTP - 60 anos
24/08/2018
Amigos Inseparáveis - The Odd Couple - Série TV
16/08/2018
Escrever é Lutar
A rubrica decorreu entre os anos de 1974 a 1976. Cada entrevista tinha uma duração aproximada de 25 minutos. No arquivo da RTP onde felizmente é possível aceder, ver e ouvir muitas dessas entrevistas, estão disponíveis 26 episódios, sendo que não conseguimos apurar se tal número corresponde ao total de entrevistas produzidas se apenas uma parte.
Seja como for, o material disponível é muito abrangente e, em larga medida, todos os episódios são hoje importantes documentos e testemunhos desse período muito específico, pela visão e pensamento de figuras ligadas à literatura.
04/06/2018
Baretta - Série TV
01/06/2018
Duplas humorísticas da nossa televisão
Já nos anos 80, logo em 1981 no programa "Sabadabadu",, tornou-se famosa a dupla de borrachões "Agostinho e Agostinha" interpretada pelos populares Camilo de Oliveira e Ivone Silva, novamente num registo de sátira política e social.
Estas três duplas foram de facto as mais populares e marcantes mas outras mais, quase sempre no mesmo registo, foram passando pela nossa televisão, sobretudo pela RTP.
Era uma vez...o Homem - Série de animação
Hoje trazemos à memória a série animada de televisão "Era uma vez... o Homem", do original francês "Il était une fois… l'homme".
Em Portugal a série passou pela primeira vez na RTP logo após a sua produção, portanto ainda fresquinha, de 1978 a 1979, por isso exibida ainda na era do preto-e-branco. A exibição em Portugal era legendada, por isso narrada em francês por Roger Carel. Em exibições posteriores a série foi dobrada para português.
A série foi muito popular e não supreende que por isso tenha dado lugar a diversos sucedâneos, hoje ditos produtos de merchandising, incluindo livros, colecções de cromos, etc.
Hoje em dia creio que é possível adquirir a série em DVD ou mesmo visualizar os episódios disponíveis em canais como o Youtube, embora aqui com uma qualidade de imagem que deixa muito a desejar. Mas serve, sim, para matar saudades e rever, uma vez que os factos ensinados são intemporais.
Por tudo isto e mais alguns motivos, a série "Era uma vez... o Homem" foi sem dúvida uma das mais emblemáticas que passaram na nossa velhinha RTP e que de algum modo foram marcantes para quem por esses idos tempos do final da década de 70 era criança ou adolescente. Ainda hoje, pela sua actualidade e intemporalidade, sabe bem ver e rever.
09/04/2018
Eleonora - Mini-série de televisão
Elenco principal de "Eleonora"
Giulietta Masina > Eleonora
Giulio Brogi > Andrea
Roldano Lupi > Carlo Fontana
Vittorio Sanipoli > Paolo
Enrica Bonaccorti > Olga
03/03/2018
"Os Vingadores" - Série de TV
02/01/2018
"The Hardy Boys" - "Aventuras dos Hardy" - Série TV
Paralelamente, recrutada pela produção, existia uma banda real com músicos profissionais, a qual interpretava e dava voz às músicas da série, incluindo o genérico de abertura, participando pelo país em excursões promocionais, chegando mesmo a gravar dois discos, embora estes com sucesso relativo. Os personagens animados eram obviamente inspirados nas figuras reais escolhidas para a banda, também com o mesmo nome "The Hardy Boys".
Uma das curiosidades desta série é que foi a primeira em desenho animado a incluir uma personagem de cor, no caso o guitarrista Pete. A única rapariga do grupo era a bela Wanda.
O tema das aventuras dos Hardy continuou a ser popular, dando lugar a séries posteriores em televisão com personagens reais, intitulada "The Hardy Boys Mysteries". Foram também tema para jogos de computador.
Em certos aspectos, mesmo no do estilo Bubblegum Pop, esta série tem muitas semelhanças com as também populares séries de Scooby Doo, da Hanna Barbera, nomeadamente no enredo e no desvendar de misteriosos casos e no conceito musical da série "The Archie Show", esta também produzida na mesma altura e pela mesma produtora a Filation Studios. O sucesso desta última série, com um tema que foi êxito, "Sugar, Sugar", acabou por dar lugar à banda real para participar em diversos espectáculos.
07/12/2017
A Ilha da Fantasia - Série TV
02/12/2017
Programação da RTP de 12 de Fevereiro de 1966
1º Período:
15:00 H - Canto Coral
15:30 H - Religião e Moral
15:50 H - Trabalhos Manuais
16:20 H - Educação Física
16:45 H - Orientações C.U.T. (Curso Unificado da Telescola)
17:00 H - Ginástica Infantil
2º Perído:
17:30 H - Abertura e Telejornal - Edição da tarde
17:45 H - Thunderbirds
18:30 H - TV Educativa - Educação Musical
19:00 H - Programa Juvenil
19:30 H - Vida Sã em Corpo São - Pelo Dr. Ramiro da Fonseca
19:45 H - Diário de Bordo
20:15 H - Naquele Tempo
20:30 H - Teledesporto
21:00 H - Telejornal - Edição da Noite
21:25 H - Informação sobre o Tempo
21:35 H - Cartaz TV - Por Jorge Alves
21:45 H - Folclore - Transmissão dos estúdios do Porto com apresentação de Pedro Homem de Melo
22:15 H - Reportagem do Exterior
23:15 H - Uma História por Semana - Texto e interpretação de Henrique Santana - Realização de Fernando Frazão
23:40 H - Telejornal - Últimas Notícias
23:45 H - Meditação e Fecho
06/06/2017
Jogos Sem Fronteiras
A RTP Memória tem estado a passar o popular e histórico programa de entretenimento televisivo “Jogos Sem Fronteiras”.
Como curiosidade, a edição em Portugal em 5 de Setembro de 1979 foi transmitida a cores mas apenas para os países que já tinha essa tecnologia televisiva pois por cá o arco-íris televisivo só chegou em 1980 com a transmissão do Festival RTP da Canção.
Umas das imagens de marca da transmissão dos jogos, eram os habituais apresentadores portugueses Eládio Clímaco e Fialho Gouveia, bem como os árbitros dos primeiros jogos Gennaro Olivieri (1965–1982) e Guido Pancaldi (1966–1989).
A vitória portuguesa na final do ano de 1981, realizada em 8 de Setembro, em Belgrado - Jugoslávia, foi conseguida por Lisboa, ex-aequo com a localidade de Dartmouth da Grã-Bretanha. Lisboa conquistou o direito a participar na final desse ano com a vitória caseira em Belém junto à Torre de Belém, em 24 de Junho de 1981. Em 1988 venceu a Madeira em edição realizada em Bellagio - Itália, em 15 de Setembro desse ano. Em 1989 venceu a representação dos Açores, com vitória na final realizada na Madeira, em 23 de Setembro de 1989. Finalmente, em 7 de Setembro de 1997 venceu a localidade da Amadora em final realizada em Lisboa, junto à Torre de Belém. Foi a última das 5 vitórias em finais por representações portuguesas, sendo que dois anos depois terminariam os Jogos Sem Fronteiras. Obviamente que para além das 5 grandes finais, muitas outras localidades portuguesas venceram durante as jornadas das diversas épocas. Como se depreende, as equipas de cada país que participavam na grande final eram aquelas que durante a época tinham obtido melhores classificações.
15/01/2017
Amplificador de sintonia de televisão
Estávanos no ano de 1974 e a televisão em Portugal ainda era uma adolescente. Os próprios aparelhos receptores eram obviamente ainda de tecnologia básica se comparada com a dos nossos dias e mesmo que rede de transmissores já cobrisse todo o país, nalgumas zonas o sinal era de fraca qualidade. Por conseguinte, imagens de baixa definição e com frequentes formigueiros eram a tónica do dia-a-dia de quem assistia aos programas da nossa RTP. Não surpreende, pois, que no mercado fossem surgindo aparelhos anunciados como milagrosos quanto à melhoria da qualidade do sinal de recepção e de imagem. A COREPE, Comércio e Representações, S.A.R.L., anunciava a venda de um sintonizador, o qual aplicado de forma fácil na parte de trás do televisor permitia que o mesmo projectasse “imagens tão claras como o cinema”.
Supostamente era um aparelho “empregue nos U.S.A. (Estados Unidos), que actuava como um filtro-ampliador de forma que as imagens se recebiam com grande potência, sem interferências, fantasmas ou névoas. Ao fim de alguns segundos de utilização desta tecnologia, notava-se logo a diferença”. Apregoava-se. Melhor de tudo, era possível um ensaio gratuito durante quinze dias. Findo tal prazo, em caso de insatisfação, poderia ser devolvido e reembolsado do seu custo que era de 109$00 ou mais 18$00 caso se optasse pela compra com pagamento contra reembolso.
Não temos dúvidas que as devoluções foram mais que muitas, mas por desmazelo ou por efeito placebo, seriam obviamente muitos os aparelhos vendidos como boa banha da cobra e por isso não devolvidos. O meu avô lá comprou um, convencido que ía terminar com o enxame de vespas que inundava o ecrã durante o TV Rural , impedindo-o de ver convenientemente as novidadas trazidas pelo saudoso Eng.º Sousa Veloso, mas nada, só mesmo com insecticida. Entre palavrões e chamada de “doutores” aos tipos que lhe venderam o apatrecho, lá se desmazelou na devolução e teve que ficar com a geringonça que mais parecia um termómetro. Andou a chorar os cento e tal escudos durante anos.
11/01/2017
Doris em apuros – “Doris Day Show” – Série TV
Hoje trago à memória a série de televisão "Doris em Apuros", do original "Doris Day Show", produzida nos Estados Unidos ao longo de cinco temporadas, entre 1968 e 1973, num total de 128 episódios. Em Portugal passava na RTP em 1974, às quintas-feiras ao ínicio da tarde.
A principal protagonista, que interpretava o papel de Doris Martin, era a própria actriz Doris Day, que assim dava nome à série. Recorde-se que esta popular actriz entre muitos e embelmáticos filmes participou em várias séries, entre as quais “Por favor não comam os malmequeres”, a qual já aqui recordamos.
Cenas do quotidiano, sarilhos e encrencas, num registo de comédia ligeira, fizeram as delícias de muitos. Por conseguinte, devido à popularidade da actriz, e percebe-se pela sua duração, a série foi um êxito tanto nos Estados Unidos como nos países onde foi exibida, incluindo Portugal.
Uma das particularidades do genérico de abertura é a interpretação pela própria Doris Day da popular música de Livingston & Evans, "Que Sera, Sera (Whatever Will Be, Will Be).
10/01/2017
A rapariga que sabia demais – Série TV
Hoje trago à memória a série de televisão "A rapariga que sabia demais", do original "The Girl with Something Extra". Foi produzida nos Estados Unidos pela NBC, tendo sido exibida originalmente entre Setembro de 1973 e Março de 1974. Em Portugal passou na RTP também em 1974, sendo exibida às quintas-feiras ao início da tarde, por volta das 13:15 horas.
Foram produzidos apenas 12 episódios, com duração de cerca de 30 minutos cada, numa única temporada já que não obteve o êxito e interesse desejados.
Esta série, em registo de comédia ligeira, retratava as peripécias de Sally e o advogado John Burton, jovens e recém-casados, com o handicap de Sally ser dotada com um poder paranormal, capaz de ler a mente das pessoas próximas o que gerava situações caricatas ou inconvenientes.
A série procurou explorar o tema do EPS – Extra Sensory Perception (percepção extra-sensorial), um assunto que estava em voga no início dos anos 70, mas parece não ter resultado já que as audiências foram tudo menos paranormais. A série reunia um bom leque de actores, permanentes e convidados, como a principal intérprete, Sally Field que poucos anos depois (1979) venceu um óscar como melhor actriz no filme Norma Rae.
Principais intérpretes:
Sally Field (como Sally Burton); John Davidson como John Burton); Zohra Lampert (como Anne); Jack Sheldon (como Jerry Burton); William Windom.
06/01/2017
Retrato de Dama Velada – Série TV
Daria Nicolodi: Elisa
Luciano Zuccolini: Romano
Manlio De Angelis: Sergio
Luciana Negrini: Sandra
05/01/2017
Floris Von Rosemund – Série TV
Hoje trago à memória a série de televisão "Floris Von Rosemund", realizada na Alemanha mas com linguagem holandesa, datada de 1975, composta por 19 episódios de aproximadamente 30 minutos de duração cada. Tratava-se de um remake da série com o nome “Floris”, com origem na Holanda, esta realizada no ano de 1969, criada por Paul Verhoeven, composta por 12 episódios produzidos a preto-e-branco. Terá sido inspirada pela popular série inglesa, "Ivanhoe", que também passou na RTP, pelo que as suas histórias, num tema de aventura com toques de comédia, desenrolam-se em ambiente do séc. XVI, já no final da Idade Média.
Floris é um destemido cavaleiro, exímio no uso da espada e da besta, sempre ajudado e acompanhado pelo seu fiel amigo árabe Sindala. Floris regressa de uma longa viagem como aventureiro e quando chega à sua terra, o castelo Rosemund, deixado em herança por seus parentes, está tomado pelo mau da fita, o duque Herzog Grauberg, e seus lacaios. São assim várias as lutas entre eles de modo a reaver o que é seu de pleno direit bem como lutas contra as tiranias.
A versão alemã, manteve o mesmo ator principal, Rutgger Haner, no papel do cavaleiro Floris, mas com alteração nos actores secundários.
Em Portugal passou originalmente em meados dos anos 70, logo após a sua produção. Tenho a informação que em 1975 passava às segundas-feiras a seguir ao Telejornal 1, por volta das 13:30 horas e com direito a reposição no mesmo dia pelas 20:30 horas no 2º Progrma.
No Youtube, pesquisando pelo nome da série é possível ver vários episódios da versão de 1969 bem como da versão remake.
26/12/2016
Sequim de Ouro (Zecchino D´oro)
Hoje trago à memória o Zecchino d'Oro (Sequim de Ouro), Festival Internacional da Canção para Crianças, de origem italiana, que anualmente e desde 1959 marca esta quadra natalícia já que, embora seja realizado em Novembro, é transmitido pela televisão italiana - RAI, com difusão por muitas outras estações europeias e mundiais no dia de Natal ou muito próximo deste.
O festival acontece na cidade italiana de Bolonha, no Teatro Antoniano, onde os pequenos artistas são superiormente acompanhados pelo "Piccolo Coro Mariele Ventre dell Antoniano" dirigido por Sabrina Simoni. Uma grande figura deste festival e seu impulsionador, foi o apresentador Cino Tortorella, já retirado.
O Festival teve a sua primeira transmissão pela rede Eurovisão em 1969 e em 1976 tornou-se internacional com a admissão de crianças e canções estrangeiras.
Em Portugal este Festival passou a despertar as atenções depois da participação da pequenita Maria Armanda, na 23ª edição, no ano de 1980, que venceu com a canção "Eu vi um sapo" (Ho visto un rospo).
Um ano antes, com a mesma canção, a pequenita Maria Armanda participou e venceu a I Gala Internacional dos Pequenos Cantores, realizada na Figueira da Foz. Apesar disso, Portugal já tinha tido uma anterior representação neste Sequim de Ouro no ano de 1978, com a conhecida canção “Foi na Loja do Mestre André” (Nella bottega di Mastro Andrè) interpertada pela pequenita Ana Rita Marques Guimarães, quedando-se, no entanto, por um humilde ante-penúltimo lugar na classificação.
“Eu vi um sapo” tornou-se um tema popular e durante gerações andou na boca dos portugueses, sobretudo da criançada. Contribuiu de facto para o interesse no Zecchino D´Oro no nosso país e este durante décadas tornou-se parte tradicional da quadra de Natal. Nos dias de hoje (ainda vi esta semana a versão de 2016 - 59ª edição), o festival já não desperta o mesmo interesse nem terá a mesma popularidade. No entanto, ao contrário do Festival Eurovisão da Canção que tem sido alterado e desfigurado, o Zecchino D´Oro continua igual a si mesmo, sem grandes alterações, onde as crianças e as canções são a parte principal e a sua maior riqueza. Oxalá que continue por muitos mais anos, este “Património para uma cultura de paz”, reconhecido como tal pela UNESCO no ano de 2008 aquando das suas bodas de ouro (edição 50).































