Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 393 de 04 de Junho de 1964. O menino José Manuel Matias Braga em pose de artisa.
Que será feito dele?
Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 393 de 04 de Junho de 1964. O menino José Manuel Matias Braga em pose de artisa.
Que será feito dele?
Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 252 de 21 de Setembro de 1961. A menina Maria Paula de Carvalho e Sousa Magalhães vestida de branco.
Que será feito dela?
Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 215 de 05 de Janeiro de 1961. O pequenito Luis Pedro Viegas da Silva num cenário de Inverno, com muita neve, quiçá na Serra da Estrela. Claro está, muito bem agasalhado. Que será feito dele?
Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 558 de 03 de Agosto de 1967. O então pequenito Henrique Alberto de Freitas Pereira. De que será feito dele, já cinquentão?
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Capa da revista “Crónica Feminina” – Edição Nº 203 de 13 de Outubro de 1960.
Uma capa impensável para as revistas similares dos dias de hoje. Não por já não se venderem a 15 tostões mas porque predominam temas nada condizentes com a candura e ar feliz do rapazinho. Enredos de telenovelas, mortes, traições, divórcios, erotismo a roçar a pornografia, dicas de sexo, etc, são o actual pão-nosso do que a casa gasta. Um fartote.
É certo que os tempos ditam a evolução das coisas e obviamente da imprensa escrita, jornais ou revistas. Não se poderia esperar que, 56 anos passados, uma revista de mexericos fizesse capa com uma criancinha, a não ser que fosse o Cristianinho Ronaldo ou outro rebento de um qualquer jet-set. Todavia, porventura, passamos de um 8 muito condicionado por um regime fechado e conservador para um 80 desbragado e excessivo. O meio termo nunca foi apanágio dos portugueses pelo que as coisas são como são, no bom e no menos bom.
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Da Banda Desenhada que lia pelos anos 70 e por aí fora, no que a cowboyadas diz respeito, tenho para mim como das melhores as aventuras de Matt Marriot, do autor inglês Tony Weare (1912-1994).
As aventuras deste cowboy, sempre acpmpanhado pelo seu companheiro Luke "Powder" Horn, com o seu característico chapéu militar, foram publicadas no diário inglês London Evening News, no clássico formato de tiras diárias e a dominicais. A sua publicação teve início no ano de 1955 e terminou em 1977, 22 anos depois. As histórias eram escritas por Jim Edgar
Em Portugal Matt Marriot andou sobretudo pelas páginas da revista Mundo de Aventuras, da colecção Tigre, Condor, Jornal do Cuto, mas outras mais
A arte de Tony Weare é intensa e expressiva, genial mesmo, de traço inconfundível caracterizado por fortes constrastes de luz e sombras, sobretudo pelo uso de tramas que em muitos dos quadros dispensa e substitui o contorno.
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Cartaz publicitário ao detergente OMO, publicado em 1955 na revista “Selecções Femininas”
A revista-magazine "Vida Mundial", com o lema "O mundo numa semana" nasceu a partir da transformação do jornal semanário homónimo, fundado no ano de 1939 por José Cândido Godinho. Efectivamente, a partir do Nº 1456, de 5 de Maio de 1967 passou para o formato de revista, igualmente com tiragem semanal.
A “Vida Mundial” durou até 1979, sendo então exitinta por falta de viabilidade económica, o mesmo acontecendo com as demais publicações da proprietária Sociedade Nacional de Tipografia, S.A.R.L.
Não consegui confirmar se o semanário "Vida Mundial Ilustrada - Semanário Gráfico de Actualidades", também fundado por José Cândido Godinho é o mesmo a que foi dada continuidade em 1967 como formato revista. Terá sido uma publicação autónoma ou mesmo um suplemento? Tanto quanto consegui apurar, terá sido publicado entre 1941 e 1946. É um assunto a necessitar de confirmação.
Por ter atravessado o período da revolução do 25 de Abril de 1974, como naturalmente o antes e o depois, a revista "Vida Mundial" é um importante documento sobre esse abrangente espaço temporal, social e político. O exemplar que corresponde à semana em que ocorreu e revolução pode ser descarregado na Hemeroteca Digital.
Durante o Estado Novo esteve sujeita ao lápis azul da Comissão de Censura, o que de resto anunciava normalmente na página 2.
Apesar dos seus conteúdos serem visados pelo olho estatal, a revista conseguia semana após semana trazer ao leitor importantes assuntos nacionais e internacionais o que constituía uma excelente fonte de informação sobretudo de actualidade política (mormente no que se referia ao estrangeiro), mas também social e cultural.
Em Fevereiro de 1998, com direcção de José Goulão e Miguel Portas, foi lançada uma revista com o mesmo título, tendo durado 23 números, até Dezembro de 1999. Não consegui apurar, contudo, qual a relação de ambos os títulos, se foi uma forma de ressurgimento ou somente um projecto distinto que apenas usou o mesmo título.
As informações acima prestadas podem ser escassas e incompletas mas a verdade é que no que se refere à sua história, a revista “Vida Mundial” está ainda muito mal referênciada. Felizmente, em sítios de vendas e leilões, bem como em alfarrabistas, ainda é possível adquirir vários exemplares, sobretudo dos anos 70, cujos preços oscilam entre 3 a 10 euros.