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Revista Novela Filme - O homem que fazia chover

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  Novela Filme, revista com texto e imagens sobre um determinado filme. No caso, "O Homem que fazia chover", do original " The Rainmaker ", de 1956. Conforme se pode ler acima, o filme foi estreado no Cinema S. Jorge - Lisboa, em 23 de maio de 1957, com escalão de maiores de 17 anos. N.º 15. Convenhamos que em tempos de seca lá pelos algarves, um homem que fizesse chover é que dava jeito.

Gina - A revista com cores da liberdade

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Já tivemos a oportunidade de trazer aqui à memória a revista GINA, um dos ícones dos primórdidos da liberdade pós-revolução e da década de 1980. Esta revista de cariz pornográfico foi na época uma quase novidade e mesmo lida, partilhada e guardada às escondidas, ficou na memória de toda uma geração, sobretudo dos jovens rapazes, sendo que naturalmente, embora de forma mais discreta, por algumas raparigas. Recorde-se que esta revista teve publicação desde Setembro de 1974 até 2005,com 196 números. O êxito foi, imediato com o preço de capa inicial em 25 escudos mas alterado com frequência de acordo com a inflacção da procura. A publicação da editora Pirâmide, liderada por Mário Gomes e seu irmão Acácio, fundamentava-se, essencialmente, em conteúdos provenientes do próspero e liberal mercado alemão. Estes eram traduzidos ou adaptados por Mário, sem uma preocupação literária evidente. As capas, concebidas para a exposição nos quiosques, geralmente mantinham uma postura discreta, exibindo

25 de Abril - Comunidades Portuguesas

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Passados alguns poucos meses e e assente algum pó após a revolução de 25 de Abril de 1974, em 21 de Outubro de 1974 a Secretaria de Estado da Emigração lança a revista "25 de Abril - Comunidades Portuguesas". Tinha definida uma periodicidade mensal mas ao longo dos seus 44 números, até Fevereiro de 1980, várias edições  abarcaram dois meses. Teve como directores Amândio da Conceição Silva, José Cardoso e Manuel Árias. Graficamente a revista teve três diferentes séries. O objectivo dessa publicação está expressa no editorial que abaixo se transcreve. Percebe-se pela sua leitura e análise que o conteúdo reflectia o momento político e de um modo geral tinha uma orientação muito marcadamente de esquerda. Veja-se, como exemplo, a imagem acima com a capa alusiva a eleições livres em que o símbolo do PCP aparece sobre os demais. Sendo direccionada à comunidade emigrante, era por conseguinte distribuída em alguns países europeus, nomeadamente na França, mas em rigor desconhecemos o a

Jornal do Cuto

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  Foi em 1935 que no jornal espanhol "Boliche" apareceu o Cuto, uma criação do artista Jesus Blasco , um rapaz adolescente, impregnado de espírito de aventura. Inicialmente num registo mais humorístico, na companhia dos amigos Gurripato e Camarilla, mas a partir de 1945 apenas acompanhado pela sua namorada Mary, é levado nessas aventuras a vários locais do mundo num envolvimento audaz em situações de guerras, conflitos, mistérios e investigações policiais. Cá por Portugal a sua aparição deu-se em 12 de Fevereiro de 1949 na revista "Gafanhoto, no número 10. Em face da crescente popularidade em 7 de Julho de 1971 o personagem deu nome a uma publicação própria, o "Jornal do Cuto", propriedade da Portugal Press, dirigida por Roussado Pinto. Esta revista para além das aventuras do Cuto continha diversas outras histórias de outros autores em regime de continuação. A revista, indicada como para maiores de 12 anos, durou de 1971 a 1978, com um total de 174 números, com

Time

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A caminho do centenário, passam hoje 98 anos sobre a data (3 de Março de 1923) da primeira publicação da revista norte-americana " Time ". Tem sido um longo caminho e de muitas alterações editoriais mas parece que sempre dentro do sucesso e é considerada a revista semanal de notícias mais lida globalmente, com um público regular de 26 milhões de pessoas, sendo que 20 milhões nos Estados Unidos.

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José Mário Branco - Permanente revolução

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Aprecie-se, ou não, José Mário Branco é um dos nomes incontornáveis da cultura e música portuguesas e desta da designada popular e de intervenção. Desde um activo na igreja católica até militante do Partido Comunista, este carismático cantautor (cantor e compositor), com a curiosidade de ser filho do professor António Branco, profícuo editor de manuais da escola primária por esses tempos dos anos 60 e 70, é de facto uma figura indelével da nossa sociedade. Relembramos a sua figura nesta capa da revista Tele Semana de 12 de Julho de 1974, por isso logo a seguir ao 25 de Abril, em que os cantores de intervenção, atá então reprimidos e alguns deles exilados, soltaram toda a sua energia e marcaram musicalmente todo esse período pós-revolucionário. JMB, regressou do exílio em França e na entrevista então dada à emblemática revista de assuntos televisivos e do espectáculo, disse que " ...juntei-me com alguns camaradas, para tentarmos fazer um trabalho colectivo de carácter rev

Automóvel Clube de Portugal - Revista ACP

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O Automóvel Club de Portugal é uma das importantes instituições portuguesas, com uma rica história de inovação e serviço em favor do fenómeno automóvel em geral e dos seus associados em particular. Fundada em em 1903, como Real Automóvel Club de Portugal e redesignado para Automóvel Club de Portugal em 1910, continua aí para durar. Ao ACP devem-se muitas das inovações e particularidades promovidas ao longo dos muitos anos de existência, como a organização do 1º Salão Automóvel em 1914, no Palácio de Cristal, na cidade do Porto, a edição do primeiro mapa das estradas portuguesas em 1928, bem como serviços como assistência automóvel aos associados, seguros, escolas de condução, organização do Rali de Portugal - Vinho do Porto, em 1975, etc. Para além de tudo isto e muito mais, publica com regularidade desde Novembro de 1930 a sua revista "ACP". Esta publicação é o órgão oficial da instituição com estatuto de utilidade pública desde 1931, é distribuída gratuitamente a to

Zakarella

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Hoje trazemos à memória a revista de banda desenhada "Zakarella", destinada a adultos. O seu primeiro número, de periodicidade quinzenal, saiu à rua no dia 1 de Março de 1976. Infelizmente, para os fãs do estilo, teve um curto reinado e terminou no mês de Março de 1978, com um espólio de 28 edições. Hoje em dia a revista é objecto de culto e de colecção. Rezam as crónicas que o seu fim deveu-se ao facto de, por decisão do Banco de Portugal, nesse período quente da nossa história política e económica pós-revolução do 25 de Abril de 1974, ter proibido o pagamento de bens não essenciais com divisa estrangeira. Ora como a banda desenhada não se comparava à necessidade do pão, leite ou gasolina, ficou assim a editora com um berbicacho em mãos para pagar os direitos das histórias públicas de origem norte-americana que  enchiam as páginas, pelo que Zakarella chegou ao fim, ainda com muito para dar do seu mundo de fantasia, terror e sexo. Zakarella era uma voluptuosa mulhe

Cruzada - Revista

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Mais duas capas da revista CRUZADA .

Revista Cruzada

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Já aqui falamos na revista CRUZADA. Esta revista vai já no seu 87º ano de publicação e continua vigorosa mês após mês.  Hoje voltamos à memória desta publicação cristã/católica, com a recordação de duas capas, de Junho de 1963 e Novembro de 1965. Recorde-se que na sua origem e durante muitos anos, esta revista era vocacionada para os mais pequenos. Com tempo traremos aqui mais exemplares.

Crónica Feminina - 439

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Crónica Feminina. Edição Nº 439 de 22 de Abril de 1965. Na capa o então bébé Alfredo Manuel Antunes Marques (Valadas). Que será feito dele?

Crónica Feminina - 437

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Crónica Feminina. Edição Nº 437 de 08 de Abril de 1965. Na capa um rapazinho que na altura era nem mais nem menos que o filho do futebolista Raúl , então defesa central do S.L. Benfica, clube que representou de 1962 a 1969.

Crónica Feminina - 612

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Capa da revista Crónica Feminina , edição Nº 612 de 15 de Agosto de 1968. Na capa, a pequenita Maria do Carmo Reis Santos. Que será feito dela, certamente agora na casa dos cinquenta?

Crónica Feminina - 621

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Capa da revista Crónica Feminina , edição Nº 621 de 17 de Outubro de 1968. Na capa, de malas feitas, certamente para o ano escolar, a menina Paulinha, com ar de “ Pipi das Meias Altas ”.

Crónica Feminina - 403

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  Capa da revista Crónica Feminina , edição Nº 403 de Agosto de 1964. Na capa a pequenito José Augusto Galrão de Lemos. Passados mais de cinquenta anos, que será feito dele? Em contraponto à simplicidade, inocência e candura desta criança, nos dias de hoje uma revista do género, a começar pela capa, estaria pejada de dicas de sexo, sinopses de cenas violentas em novelas e outras que tais. De facto este mundo e sociedade em pouco mais de meio século deu uma cambalhota do 8 para o 80. Mais c´est la vie!

Crónica Feminina - 435

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  Capa da revista Crónica Feminina , edição Nº 435 de Março de 1965. Na capa a então pequenita Lilly, Helena Cristina dos Santos Mafra Salgado. Passados mais de cinquenta anos, que será feito dela?

Crónica Feminina - 486

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  Capa da revista “ Crónica Feminina ” – Edição Nº 486 de 17 de Março de 1966. A bela e elegante noiva, Maria do Rosário Nobre Cardoso Faustino. Que será feito dela? Será certamente, senhora já na casa dos setenta.

Crónica Feminina - 429

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  Capa da revista “ Crónica Feminina ” – Edição Nº 429 de 11 de Fevereiro de 1965. Em destaque, a bela noiva Maria Margarida Ribeiro dos Santos Pinto, com o seu perfumado ramo de flores de laranjeira como convinha ás noivas castas. As noivas e noivos eram tema recorrente nas capas da emblemática revista.

Crónica Feminina - 677

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  Capa da revista “ Crónica Feminina ” – Edição Nº 677 de 13 de Novembro de 1969. A dar rosto à edição, a menina Maria Helena Silva com ares de fotógrafa a manusear a sua Rolleiflex da Franke & Heidecke.

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